Africa Pilot Part I Comprising Arquipélago dos Açores, Arquipélago da Madeira, Arquipélago de Cabo Verde, And Islas Canarias Also The West Coast of Africa From Cape Spartel to Calabar River «€60.00»
Africa Pilot Part I Comprising Arquipélago dos Açores, Arquipélago da Madeira, Arquipélago de Cabo Verde, And Islas Canarias Also The West Coast of Africa From Cape Spartel to Calabar River – Tenth Edition – Hydrographic Departamente – London – 1939.Desc. 494 pági + 19 Mapas / 24 cm x 15 cm / Encadernação Original
Aspectos Económico-Sociais do Meio Rural Madeirense(€15.00)
Fernando L.Góis – Aspectos Económico-Sociais do Meio Rural Madeirense (Colectanea de Escritos Publicados na Imprensa Regional) – Edição da Camara Municipal de S.Vicente, com o Apoio Financeiro da Secretaria Regional da Educação e Cultura – S.Vicente / Madeira – 1977.Desc.(155)Pág.Br
Política do Trabalho Factor de Desenvolvimento(€30.00)
Joaquim Silva Pinto – Política do Trabalho Factor de Desenvolvimento – Edição da Junta da Acção Social – Lisboa – 1972.Desc.(604)Pág.Br.”Autografado”
Dias da Silva Pinto (Lisboa, 6 de julho de 1935 — Lisboa, 8 de maio de 2022) foi um alto funcionário, empresário e político, ministro do último governo do Estado Novo, mas após a revolução de 25 de abril de 1974 foi deputado à Assembleia da República eleito nas listas do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Faro. Também se notabilizou como memorialista Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1958, iniciando funções em 1959 na delegação do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência (INTP) em Leiria. Católico e dirigenteJuventude Universitária Católica, integrou o governo de Marcello Caetano dos 33 aos 39 anos, numa preocupação renovadora. Foi próximo de Melo e Castro e Pinto Leite e da Ala Liberal. Em 1975, passou a viver em Madrid, começando como empregado e evoluindo com sucesso nos meios empresarial e associativo. Regressado a Portugal em 1981, colaborou em grandes empresas, que apoiou na área da internacionalização. Como dirigente associativo, dentro e fora das nossas fronteiras, participou também em realizações dedicadas às problemáticas das PME e indústrias criativas. Docente universitário, especializou-se em organização empresarial. Após intervir no MASP, voltou à política activa durante cinco anos, sendo deputado à Assembleia da República e líder de bancada na Câmara Municipal de Oeiras. Veio a afastar-se do PS em oposição frontal a José Sócrates. Prossegue a sua actividade empresarial como administrador nas áreas financeira e comercial.
M. Viegas Guerreiro – Contos Populares Portugueses – Fundação Nacional Para a Alegria do Trabalho/Gabinete de Etnografia – Lisboa – 1955.Desc.(404)Pág.Br
Funchal – Cidade Turística do Atlântico – Produtos e Recursos Turísticos(€15.00)
Joâo Manuel de Lemos Baptista – Funchal – Cidade Turística do Atlântico – Produtos e Recursos Turísticos – Edição de Autor – Funchal – 2008.Desc.(241)pág.Br.Ilust
Judite dos Santos Pereira – Notas Relativas a Quatro Granitos Transmontanos – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1953 – N.ºLXIV – 3ª Série – 1953.Desc.(15)Pág + (1)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Jazigos Portugueses de Talco – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1949 – N.ºLV -3ª Série – 1949.Desc.(11)Pág .Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Observações Sobre o Crescimento de Alguns Cristais – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1942 – N.ºXXVIII -2ª Série – 1942.Desc.(11)Pág.Br.Ilust(€10.00)
D.J.Rosas da Silva Et J.M.Cotelo Neiva – Montmorillonite Das das Pegmatites Granitiques et le Probléme de la Montmorillonitisation – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1948 – N.ºLIII -3ª Série – 1948.Desc.(10)Pág .Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – O Granito de Tinas(Grovelas, Ponte.da-Barca) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1946 – N.ºXLV -2ª Série – 1944.Desc.(11)Pág .Br.(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Rochas Graníticas Portadoras de Andaluzia e de Silimanite, Colhidas no Distrito do Porto – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1950 – N.ºLX – 3ª Série – 1950.Desc.(8)Pág + (1)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Henrique Vieira de Oliveira – Ensaios de Micro-Petrografia de Carvão Português – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1945 – N.ºXLIV – 2ª Série – 1945.Desc.(11)Pág + (4)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Rochas Ígneas Provenientes do Torrão(Alcácer do Sal) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1948 – N.ºLII – 3ª Série – 1948.Desc.(11)Pág + (2)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – O Basalto da Nazaré – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1948 – N.ºXLIX -2ª Série – 1948.Desc.(12)Pág + (2)Estampas.Br.Ilust(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Granitos da Serra da Estrela – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1953 – N.ºLXV – 3ª Série – 1953.Desc.(12)Pág + (1)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Carlos Teixeira – Um Novo Cinnamomum Fóssil de Portugal e Algumas Considerações Sobre a Cronogia dos”Gres” do Buçaco – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1944 – N.ºXL – 2ª Série – 1944.Desc.(15)Pág.Br.Ilust(€10.00)
Luiz Pinto de Mesquita – Contribuição Para o Estudo de Parte da Faixa Metafórica do Litoral, a Sul de Espinho – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1952 – N.ºXLIII – 3ª Série – 1944.Desc.(27)Pág + (4)Estampas.Br.Ilust(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Épocas de Metalogenia de Diferenciação Magnética em Portugal – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1943 – N.ºXXXIX -2ª Série – 1944.Desc.(13)Pág .Br.(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Formações Eruptivas da Região do Gerês – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1953 – N.ºLXI – 3ª Série – 1951.Desc.(15)Pág + (3)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Georges Zbyszewski – Considération Sur L’ètude des Sédiments Sableux, son but et ses Résultats – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1943 – N.ºLVIII – 3ª Série – 1943.Desc.(47)Pág .Br.(€10.00)
Orlando Ribeiro – Novas Observações Geológicas e Morfológicas nos Arredores de Vila-Velha-de-Ródão – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1943 – N.ºXXXI -2ª Série – 1949.Desc.(24)Pág + (6)Estampas + (1)Mapa.Ilust.Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Nordmarquitos Filoneanos de Monte Redondo, Pinhel Real e S.Bartolomeu(Distrito de Leiria) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1943 – N.ºLVII -3ª Série – 1949.Desc.(14)Pág + (2)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
A.J.R.Lapa – A Montmorilonite de Freitas(Fafe) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1962 – N.ºLXXX -4ª Série – 1962.Desc.(18)Pág + (1)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Um Granito Procedente da Vila Flor(Coimbra) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1962 – N.ºLVIII – 3ª Série – 1949.Desc.(8)Pág + (1)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – La Muscovite Das Les Pegmatites Granitiques Et Das Leis Veines Hypothermales de la Cassitérite Et de La Wolframite – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1943 – N.ºXXXVI -2ª Série – 1944.Desc.(11)Pág .Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – A Idade dos Granitos do Maciço Hespérico – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1944 – N.ºXLI -2ª Série – 1944.Desc.(11)Pág .Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Estudo da Cassiterite do Concelho de Alijó – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1938 – N.ºVIII -1ª Série – 1938.Desc.(27)Pág .Br.(€10.00)
J.Garrido – Sur la Classification des Formes – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1945 – N.ºXLII – 2ª Série – 1945.Desc.(27)Pág.Br.(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Subsídio Para o Conhecimento dos Pórfiros Portugueses – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1946 – N.ºXLVI – 2ª Série – 1946.Desc.(18)Pág + (3)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
J.M.Cotelo Neiva – Faceis de Grão Fino do Gabro Sub-Ofítico do Monte de S.Bartolomeu(Nazaré) – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1949 – N.ºLVI -3ª Série – 1949.Desc.(10)Pág + (2)Fotogravuras.Br.Ilust(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Rochas Filonianas Ocorrentes na Serra do Gerês Faculdade de Ciências do Porto – N.ºLXII-3.ª Série – Porto – 1951.Desc.(10)Pág + (2)Estampas.B.Ilust(€10.00)
G.Soares de Carvalho – Um Exemplo de Aplicação da Fotointerpretação a Análise Geomorfológica e a Prospecção Mineira – Faculdade de Ciências do Porto – N-LXXXI-4.ºSérei – Porto – 1963.Desc.(14)Pág + (2)EstampasB.Ilust(€10.00)
Judite dos Santos Pereira – Elementos Para a Petrografia do Distrito de Beja – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1949 – N.ºLIX-3ª Série – 1949.Desc.(16)Pág + (2)Estampas.Br.Ilust.(€10.00)
H.H.Read (Prof.Dr.Rosas da Silva – Tradução) – Metamorfismo e Actividade Ígnea – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1948 – N.ºLI -3ª Série – 1949.Desc.(45)Pág.Br.(€10.00)
Carlos Teixeira – A Expansão do Pinus Sylvestris L. No Sudoeste da Europa e a Mudança Climática dos Fins do Pliocénico – Faculdade de Ciências do Porto – Porto – 1944 – N.ºXXXV -2ª Série – 1949.Desc.(10)Pág + (2)Estampas.Ilust.Br.(€10.00)
Boletim Oficial do Concelho de Nobreza – 1950 – Livraria Fernando Machado – Porto – 1950. Desc.[229] pág / 23 cm x 17 cm / Br. «€40.00»
Boletim Oficial do Concelho de Nobreza – 1953 – (Aditamentos do Volume II) – Livraria Fernando Machado – Porto – 1953. Desc.[116] pág / 23 cm x 17 cm / Br. «€25.00»
Boletim Oficial do Concelho de Nobreza – 1958 – Livraria Fernando Machado – Porto – 1948. Desc.[157] pág / 23 cm x 17 cm / Br. «€30.00»
Boletim Oficial do Concelho de Nobreza – 1972 – Livraria Fernando Machado – Porto – 1972. Desc.[367] pág / 23 cm x 17 cm / Br. «€50.00»
Lugares Selectos de Autores Portugueses Que Escreveram Sobre o Arquipélago da Madeira «€30.00»
Cabral do Nascimento – Lugares Selectos de Autores Portugueses Que Escreveram Sobre o Arquipélago da Madeira – Delegação de Turismo da Madeira – Madeira – MCMXLIX . Desc. 277 pág + 4 Gravuras / 18,5 cm x 13 cm / Br. Ilust.
Quinze Anos de Obras Publicas – 1932 A 1947 «€250.00»
Quinze Anos de Obras Publicas – 1932 A 1947 – (Livro de Ouro I Vol.) – Comissão Executiva da Exposição de Obras Públicas – Eduardo Rodrigues de Carvalho – a Exposição de Oras Públicas / José Belard da Fonseca – A Engenharia e as Obras Publicas / Cottinelli Telmo – A Arquitectura e as Obras Públicas / Diogo Macedo – A Pintura e as Esculturas nas Obras Públicas / Aureliano Felismino – O que se Orçamentou e o que se Gastou / Raul da Costa Couvreur – Conselho Superior de Obras Públicas / Eduardo de Arantes e Oliveira – Laboratório de Engenharia Civil / Alvaro Salvasão Barreto – Lisboa nos Últimos Anos / Henrique Gomes da Silva – Edifícios e Monumentos Nacionais / Manuel Sá e Melo – Serviços Urbanos / João Paulo Nazaré de Oliveira – Urbanização da Costa do Sol / Raul da Costa Couveur – levantamento Topográficos Urbanos / Alexandre Alberto de Sousa Pinto & D. José Lancastre e Távora – Construções Para o Ensino Técnico e Secundário / Francisco Gentil & Fernando Jácome de Castro – Novos Edifícios Universitários (Hospitais Escolares) (Instituto Português de Oncologia) / Maximino Correia – Cidade Universitária de Coimbra / Júlio José Netto Marques – Estádio Nacional / Bissaia Barreto – Leprosaria Nacional Rovisco Pais / António pedrosa Pires de Lima – Construções Hospitalares / Carlos Pereira da Cruz – Novas Instalações Para o Exercito / Joaquim de Sousa Uva – Base Naval de Lisboa / Duarte Abecassis – Serviços Hidráulicos / António Trigo de Morais – Hidráulica Agrícola (Marcos de Uma Jornada e Algumas Notas Técnicas) / Salvador Nogueira – Porto de Lisboa / Henrique Shreck – Portos de Douro e Leixões / Abel Mário de Noronha oliveira e Andrade – Grande Aproveitamento Hidroelétricos / Manuel Rafael Amado da Costa Aproveitamentos Hidráulicos da Madeira / João Carlos Alves – Águas de Lisboa / Luís D’Albuquerque dos Santos – Correios, telégrafos e Telefones / Rogério Vasco de Ramalho – Caminho de Ferro / José António Miranda Coutinho – Serviços de Viação / Alfredo Sousa Sintra – Aeródromos Civis / Luís da Costa de Sousa Macedo – Estradas e Pontes / Carlos Augusto de Arroches Lobo – Combate ao Desemprego / Augusto de Castro, Cottinelli Telmo – Exposição do Mundo Português – Comissão Executiva da Exposição de Obras Públicas – Lisboa – 1947. Desc.[185] + [3219 pág / 32,5 cm + 25,5 cm / E. Original
Duarte José Pacheco (Loulé, São Clemente, Rua Nova, 19 de abril de 1900— Setúbal, 16 de novembro de 1943) foi um engenheiro e estadista português. Último de quatro filhos e sete filhas de José de Azevedo Pacheco (Loulé, São Clemente, 18 de Janeiro de 1864 – 1914), Comissário da Polícia de Loulé, e de sua mulher Maria do Carmo Pontes Bota (Loulé, São Clemente – 1905), doméstica, e sobrinho paterno de Marçal de Azevedo Pacheco. Ingressou aos 17 anos no Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, onde se forma em 1923 em Engenharia Eletrotécnica. Um ano depois é contratado como assistente e em 1925 já era professor catedrático, ensinando a cadeira de Matemáticas Gerais. Em 1926 torna-se diretor interino do IST e, em 10 de agosto de 1927, o Conselho Escolar determinava por unanimidade a sua nomeação como Diretor efetivo. Em 1928, com apenas 29 anos, ocupa pela primeira vez um cargo político, ao ser nomeado para Ministro da Instrução Pública, exercendo estas funções apenas durante uns curtos meses. A 18 de abril toma posse e a 10 de novembro demite-se. Era o primeiro governo de José Vicente de Freitas, estando Óscar Carmona na presidência da república. Nesse tempo teve uma missão que se veio a revelar de uma importância decisiva para o século XX português: vai a Coimbra convencer Salazar a regressar à pasta das Finanças. Salazar encontrava-se desiludido com a experiência anterior dos amargos cinco dias que participou do Governo de Mendes Cabeçadas e pela desgraça política financeira do General João Sinel de Cordes, com quem tinha tentado colaborar. É Duarte Pacheco que negoceia as condições extraordinárias que Salazar pretende para voltar a ocupar o cargo. A missão foi bem sucedida, tanto que Salazar toma posse a 28 de abril desse mesmo ano. É sob a orientação de Duarte Pacheco, que se dá início à construção dos edifícios do Instituto Superior Técnico em Lisboa, construindo-se aquele que viria a ser o primeiro campus universitário português. Existe uma história curiosa quanto à origem dos vidros do edifício do Instituto. Diz-se que foram enviados por diversas indústrias vidreiras como amostras solicitadas pelo próprio Ministro, a fim de determinar o de melhor qualidade, sendo utilizadas nas janelas do edifício sem se terem informado as indústrias solicitadas e sem ter havido nenhum tipo de remuneração dos vidros usados. Mas é com 33 anos que Duarte Pacheco encontra o seu próprio destino. Em 1932 volta a ser convidado por Salazar, que admirava o seu carácter, para participar no seu Governo, na pasta de Ministro das Obras Públicas e Comunicações. A 5 de julho assume pela primeira vez a pasta das Obras Públicas e Comunicações no Governo de Salazar, até 18 de janeiro de 1936, altura em que abandona as funções. Entretanto, a 1 de julho de 1933, é agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em 1936, com uma reforma da corporação política, Duarte Pacheco é afastado do Governo, regressando ao Instituto Superior Técnico, mas ferido politicamente e profetiza que “hão de vir em peregrinação pedir-me desculpas e suplicar-me que regresse“. Profecia que sai certa. Porque no dia 1 de janeiro de 1938 Duarte Pacheco é nomeado presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e meses depois, a 25 de maio, em acumulação, novamente ministro do Governo, passando a ocupar a pasta das Obras Públicas e Comunicações, pasta que desta vez só abandonará com a morte ao serviço da Nação Portuguesa. A 18 de dezembro de 1940 é agraciado com a Grã-Cruz da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico.Na manhã de 15 de novembro de 1943, Duarte Pacheco foi a Vila Viçosa, inteirar-se dos trabalhos em curso para a construção da estátua de D. João IV, mas queria chegar a tempo ao Conselho de Ministros, marcado para a tarde. Ao regressar a Lisboa, na Estrada Nacional n.º 4, no lugar da Cova do Lagarto, entre Montemor-o-Novo e Vendas Novas, o veículo oficial seguia a alta velocidade e despistou-se, embatendo com o lado direito num sobreiro. Um acompanhante teve morte imediata. Os outros sofreram ferimentos relativamente ligeiros. Os de Duarte Pacheco foram graves. O ministro foi transportado para o Hospital da Misericórdia em Setúbal. Mal foi informado, Salazar seguiu para lá, fazendo-se acompanhar de um grupo de médicos reputados. De nada puderam valer e, na madrugada de 16, era confirmado o óbito de Duarte Pacheco, devido a uma hemorragia interna. Em 1933, o engenheiro Duarte Pacheco inicia uma profunda modernização dos serviços dos Correios e Telecomunicações por todo o país. Neste mesmo ano, nomeia uma Comissão Técnica para estudar e elaborar um plano que pudesse levar à construção de uma ponte sobre o rio Tejo, ligando Lisboa, pela zona do Beato a Montijo. Chega mesmo, no ano de 1934, a propor a construção de uma ponte rodo-ferroviária, em Conselho de Ministros. É autor de projetos dos “novos Bairros Sociais” de Alvalade, Encarnação, Madredeus e Caselas, em Lisboa. Projetou a atual Avenida de Roma, em Lisboa, da forma como ainda hoje permanece, do ponto de vista imobiliário. Ao longo da sua carreira, quer como professor ou estadista, Duarte Pacheco promoveu, e revolucionou, o sistema rodoviário de Portugal, para além das inúmeras construções de obras públicas que mandou executar, tais como a marginal Lisboa-Cascais, o Estádio Nacional, e a Fonte Luminosa, em Lisboa. Foi sua, também, a criação do Parque de Monsanto, e contribuiu para a construção do aeroporto da cidade de Lisboa. Foi também, o grande responsável pela Organização da Exposição do Mundo Português, realizada em 1940 em Lisboa, acontecimento singular do século XX que influenciou em muitos aspetos o ritmo cultural das décadas que se seguiram. O seu nome consta na lista de colaboradores da Revista Municipal da Câmara Municipal de Lisboa (1939-1973).
Terras de Maravilhas(Os Açores e a Madeira) (€20.00)
Oldemiro Cesar -Terras de Maravilhas(Os Açores e a Madeira) – Empresa Literária Fluminense – Lisboa – 1924.Deac.(207) pag .B
Oldemiro César de Lima (Porto, 25 de agosto de 1884 — Lisboa, 27 de março de 1953), mais conhecido por Oldemiro César, foi um jornalista, crítico literário, ensaísta e escritor, que se destacou como camilianista apaixonado, tradutor de obras clássicas, escritor de teatro e de livros de crónica. Estreou-se como jornalista em 1903, passando a trabalhar profissionalmente no jornalismo a partir de 1910. Fundou, em 1906, a revista de crítica literária Livres, de que saíram 24 números. Partiu para a cidade do Rio de Janeiro, onde durante alguns anos trabalho para diversos jornais. Fixou-se posteriormente em Lisboa, onde integrou a redacção de, entre outros periódicos, A Capital e O Século. Chefiou a redacção do República, mas ganhou grande notoriedade com as reportagens de viagens que realizou em múltiplas regiões de Portugal e colónias e que foram publicads pelo Diário de Notícias. Foi como repórter do Diário de Notícias que acompanhou, em 1924, a visita dos intelectuais organizada por José Bruno Carreiro, publicando em livro, Terras de Maravilha, as crónicas que então escreveu, prefaciadas por Trindade Coelho, um dos visitantes. Em 1934, de novo como jornalista, acompanhou a visita do ministro Sebastião Ramires, à Madeira e aos Açores, preparando uma reedição do seu livro de crónicas, a que acrescentou outras dessa segunda viagem. em resultado dessa viagem, estabeleceu amizade e cumplicidade política com os conservadores açorianos, que manteve até ao fim da vida. Foi tradutor de clássicos e é autor de algumas obras destinados a teatro. Era considerado um grande especialista na obra de Camilo Castelo Branco, sobre a qual publicou vários trabalhos.
Viagens Românticas no Concelho do Ponta do Sol «€8.00»
João Adriano Ribeiro (Coordenador) – Viagens Românticas no Concelho da Ponta do Sol – Câmara Municipal Ponta do Sol / Madeira – 2001. Desc.[21 cm x 14 cm / Br. ilust
(3) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – O Convento de São Gonçalo de Amarante / Mosteiro do Jerónimos / Fortaleza -Palácio de São Lourenço no Funchal / Luís Benevente / Convento de São Francisco de Beja / Prédio Ventura Terra / Igreja de São João de Alfange de Santarém – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 1995. Desc.[95] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€30.00»
(4) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – O Palácio de Belem / a Torre do Bugio / a Rotunda de Santa Maria de Celas / Igreja do seminário de Santarém / Edifício do Aljube – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 1996. Desc.[94] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€30.00»
(10) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Convento da Cartuxa de Évora- Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 1999. Desc.[128] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(11) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Palácio Foz- Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 1999. Desc.[125] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(12) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Muralhas e Centro Histórico de Valença – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2000. Desc.[118] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(13) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Sé de Viseu e Envolvente – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2000. Desc.[174] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(14) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Paço Episcopal do Porto e Envolvente – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2001. Desc.[158] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(15) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Convento das Comendadeiras de Santos-o-Novo 7 Real Fábrica do Gelo / Castelo de Portel – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2001. Desc.[170] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€30.00»
(16) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – A Basílica da Estrela – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2002. Desc.[166] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(17) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Convento de São Francisco de Évora- Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2002. Desc.[169] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(18) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Mosteiro de Santa Clara-a- Nova – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2003. Desc.[164] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(19) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Sé do Funchal – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2003. Desc.[165] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(20) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Conjunto Monumental da Mata do Buçaco – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2004. Desc.[213] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(21) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Baixa Pombalina – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2004. Desc.[285] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€60.00»
(22) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Sé de Viana do Castelo – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2005. Desc.[238] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(23) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Centro Histórico de Silves – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2005. Desc.[201] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(24) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Faro de Vila a Cidade – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Março de 2006. Desc.[239] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(25) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Coimbra da Rua Sofia a Baixa – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Setembro de 2006. Desc.[240] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
(26) – Monumentos – Revista de Edifícios e Monumentos – Centro Histórico de Évora- Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos – Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicação – Lisboa – Abril de 2007. Desc.[255] pág / 32 cm x 24 cm / Br. «€10.00»
J.Vieira Natividade – Fomento da Fruticultura na Madeira (Trabalho Realizado por Iniciativa da Junta Nacional das Frutas e com o Patrocínio da Direcção Geral dos serviços Agrícolas) – Edição da Junta Nacional das Frutas e do Grêmio dos Exportadores de Frutas e de Produtos Hortícolas da Ilha da Madeira / Ministério da Economia – Junta Nacional das Frutas – Tip. Alcobacense, Lta – Alcobaça – 1947. Desc.[177] pág + [80] Ilustrações + [1] Carta Agrícola da Ilha da Madeira / 25 cm x 17 cm / Br. Ilust
Germano da Fonseca Sacarrão – A Ecologia da Luz e Vida – Secretaria de Estado do Urbanismo e Ambiente/Comissão nacional do Ambiente – Lisboa – 1982.desc.(145)pág.Br.(€10.00)
Luis S. Barreto – O Ambiente e a Economia – Secretaria de Estado do Urbanismo e Ambiente/Comissão nacional do Ambiente – Lisboa – 1987.desc.(138)pág.Br.(€10.00)
Germano da Fonseca Sacarrão – O Meio Biológico/iniciação ao Estudo das Interdependências na Natureza Viva – Secretaria de Estado do Urbanismo e Ambiente/Comissão nacional do Ambiente – Lisboa – 1983.desc.(158)pág.Br.(€10.00)
José Rasquilho Raposo – As Geadas – Suas Causas e Seus Efeitos Como se Evitam e Com se Combatem – Secretaria de Estado do Urbanismo e Ambiente/Comissão nacional do Ambiente – Lisboa – 1998.desc.(193)pág.Br.(€10.00)
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D. Francisco Manuel de Melo – Epanáforas de Vária História Portuguesa (Revista e Anotada por Edgar Prestage) – Imprensa da Universidade – Coimbra – 1931. Desc.[XXI] + [463] pág / 23 cm x 17 cm / Br.
Francisco Manuel de Melo (Lisboa, 23 de Novembro de 1608 – Lisboa, Alcântara, 24 de Agosto ou 13 de Outubro de 1666) foi um escritor, político e militar português, ainda que pertença, de igual modo, à história literária, política e militar da Espanha. Historiador, pedagogo, moralista, autor teatral, epistológrafo e poeta, foi representante máximo da literatura barroca peninsular. Dedicou-se à poesia, ao teatro, à história e à epistolografia. Tendo publicado cerca de duas dezenas de obras durante a sua vida, foi ainda autor de outras, publicadas postumamente. Aliou ao estilo e temática barroca (a instabilidade do mundo e da fortuna, numa visão religiosa) o seu cosmopolitismo e espírito galante, próprio da aristocracia de onde provinha. Entre suas obras mais importantes, pode-se destacar o texto moralista da Carta de Guia de Casados ou a peça de teatro Fidalgo Aprendiz (que é uma “Farsa”, como foi descrita pelo seu autor desde o início e não um “Auto” como tem vindo a ser designada por edições recentes). Nasceu em Lisboa numa família de alta fidalguia, seu pai Luís de Melo, militar, morre em 1615, na ilha de São Miguel, deixando a par de Francisco com 7 anos de idade, uma filha, Isabel. A mãe, Dona Maria de Toledo de Maçuellos, era filha dum “alcalde mayor” de Alcalá de Henares, e neta do cronista e gramático português Duarte Nunes de Leão. Pensa-se que terá tido a sua educação acadêmica num colégio de Jesuítas (provavelmente, no colégio jesuíta de Santo Antão, onde terá estudado humanidades), e adquiriu uma erudição que se tornaria patente nas obras. Como pretendia seguir a carreira das armas, a exemplo do pai, estudou matemática. Começou, desde cedo, a frequentar a corte. Foi Fidalgo da Casa Real e Cavaleiro da Ordem de Cristo. Seguiu a vida militar a serviço da armada espanhola em Flandres e na Catalunha. O episódio mais famoso do período ocorreu em 1627, descrito na sua “Epanáfora Trágica”: estando a servir na esquadra comandada por Manuel de Meneses, esteve perto de naufragar no Golfo da Biscaia, tendo atingido a custo a costa francesa. Pouco depois, em 1629, combateu, vitoriosamente, corsários turcos num combate naval no Mar Mediterrâneo e foi armado cavaleiro. Em 1631 recebeu a ordem de Cristo das mãos de Filipe IV de Espanha. A sua presença na corte de Madrid torna-se constante. Capital do Império, a cidade assumia-se como o grande centro político e cultural da Península. Francisco Manuel de Melo entrou aí em contacto com os mais eminentes intelectuais, incluindo o célebre Francisco de Quevedo. Em 1637 tinha participado na pacificação da revolta de Évora, acontecimento que viria a preparar a restauração portuguesa. Assim que esta foi declarada por João IV de Portugal, a coroa espanhola manda prendê-lo por suspeitar do seu envolvimento na revolução em solo luso. Tendo-lhe sido autorizado deslocar-se para a Flandres, fugiu daí para Inglaterra, de onde regressou a Portugal. Em 1641, livre, foi encarregado de missões diplomáticas em Paris, Londres, Roma e Haia. Neste ano aderiu à causa do rei português, João IV, a quem prestará os seus serviços, a nível militar e diplomático. Em 1644, em Portugal, depois de receber a comenda da Ordem de Cristo, foi preso por envolvimento num caso que acarreta muitas dúvidas e conjecturas. Enquanto alguns referem um móbil político, outros defendem um caso passional: A rivalidade do rei João IV e do poeta, para com a esposa do Conde de Vila nova de Portimão, Mariana de Lancastre, chegando ao ponto de uma briga dos dois uma noite, em que apenas o rei teria reconhecido Francisco. Morrendo assassinado Francisco Cardoso, criado do Conde, que entretanto teria denunciado ao amo os amores clandestinos da esposa, as suspeitas teriam ido para Francisco. O espírito de vingança do Conde, tal como a inimizade do rei teriam levado então Francisco a ser aprisionado. Manteve-se na prisão até 1655, onde escreveu muitas das suas mais celebradas obras. Foi condenado ao degredo em África, conseguindo, depois, que a pena lhe fosse comutada para o exílio no Brasil, e viveu por três anos na Bahia, encarcerado no forte de São Filipe de Monte Serrat ao qual sucedeu o actual forte de Monte Serrat. A influência do Novo Mundo, ainda que pouco acentuada, encontra-se em alguns aspectos da sua obra. Em 1658, morto João IV, regressou a Portugal. Dedicou-se, então, à “Academia dos Generosos”, agremiação de carácter literário. O novo rei voltou a demonstrar-lhe confiança, ao encarregá-lo de missões diplomáticas. Foi nomeado deputado da Junta dos Três Estados em 1666, ano em que morreu.
Fernando Campos (Texto) Jean-Charles Pinheiro e Christine Pinheiro (Fotografia) – Portugal – Difel – Difusão Editorial, Lda – Lisboa – 1989. Desc.[143] pág / 31 cm x 24,5 cm / E