
A. Vicente Campinas – Ciladas de Amor e Raiva (Poesia) – Edição de Autor / Tip. Lousanense – Lousã – 1987.Desc.(96)Pág.Br.”Autografado”
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A. Vicente Campinas – Ciladas de Amor e Raiva (Poesia) – Edição de Autor / Tip. Lousanense – Lousã – 1987.Desc.(96)Pág.Br.”Autografado”

Susana Carrusca – Loulé – O Património Artístico – Edição Câmara Municipal de Loulé – Loulé – 2001.Desc.(157)Pág.Br.Ilust

Adorinda Providencia Torgal & Madalena Torgal Ferreira – Algarve Todo o Mar (Colectânea) – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 2005.Desc.(431)Pág.Br.
Antologia de textos em poesia e prosa sobre o Algarve, com predominância dos poetas contemporâneos. Poemas (de autores nascidos ou não no Algarve) quem nos desvendam os mistérios e captam a diversidade da Terra e a fascinação do Mar. Reproduz textos de Ana Luísa Amaral, António Aleixo, António Botto, Casimiro de Brito, Eugénio de Andrade, Gastão Cruz, Inês Lourenço, Natália Correia, Nuno Júdice, Pedro Tamen, Ruy Belo, Sophia de Mello Breyner, Teixeira Gomes, Teresa Rita Lopes, Vitorino Nemésio e Yvette K. Centeno, entre muitos outros.

A. Vicente Campina – Três Dias de Inferno (Uma História da Emigração) – Editorial – Jornal do Algarve – Vila Real de Santo António – 1980.Desc.(203)Pág.Br.”1.ºEdição”

Helena Quintas (Texto) Telma Verissimo (Fotografia) Prof.Dr.Francisco Lameira (Consultor) – Estoi, Um Olhar Sobre o Património – Produção e Edição IN LOCO – Intervenção Formação, Estudos e Desenvolvimento Local (Apoio – CCDR / Camara Municipal de Faro & Proa – São Brás de Alportel – 2000.Desc.(220)Pág.E.Ilust

Bernardo Alves Rodrigues de Passos – O Poeta do Amor e da Ternura – Edições Nêveda – Faro – 2000.Desc.(238)Pág.Br.Ilust

Instituto António Cabreira – Bodas de Oiro Científicas de António Cabreira e VII Centenário da Tomada de Tavira (Dupla Celebração Pelo Instituto António Cabreira) – Edição de António Maria de Lima / Tip.da Empresa Nacional de Publicidade – Lisboa – 1942.Desc.(257)Pág + (16)Estampas.Br.Ilust

José Carlos Vilhena Mesquita – História do Teatro Lethes – AJEA Edições / Associação de Jornalista e Escritores do Algarve – Faro – 2002.Desc.(102)Pág.Br.Ilust

José Carlos Vilhena Mesquita – O Marquês de Pombal e o Algarve – A Fábrica de Tapeçarias de Tavira – Documentos Para a História da Indústria no Algarve – Edição – Câmara Municipal de Tavira – Tavira – 1999.Desc.(82)Pág.Br.ILust

Costa Leão – Poetas do Sul Bernardo de Passos e Florbela Espanca – Portugália editora – Lisboa – 19…Desc.(97)Pág. + (2)Fotogravuras.Br.Ilust

Hugo Cavaco – ”Espécies Piscícolas doa Mares e Rios do Algarve nos Finais do Século XVIII” – Edição Conjunta da Comissão de Coordenação da Região do Algarve e do Parque natural da Ria Formosa – Faro / Vila Real de Santo António – 1992.Desc.(79)Pág.Br.Ilust

Carminda Cavaco – Turismo e Demografia no Algarve (Ciência & Técnica – N.º1) – Editorial progresso Social e Democracia,S.A.R.L – Lisboa – 1980.Desc.(94)Pág.Br.

Valério Bexiga – Cabra que Pula a Vinha…(Provérbios Populares) – Edição de Autor / Tipografia ”União – Faro – 1999.Desc.(300)Pág.Br.”Autografado”

Matilde Rosa Araújo – O Cantar de Tila (Poemas Para Juventude) / Desenhos de Maria Keil – Atlantida Editora – Coimbra – 1967.Desc.(50)Pág.Br.Ilust”1.ªEdição”

António Ramos Rosa – As Armas Imprecisas (Poesia) – Edições Afrontamento – Lisboa – 1992.Desc.(40)Pág.Br.

A. Vicente Campina – Travessia (Capa de Manuel Ribeiro de Paiva) – Editorial ”Ibéria” / Tip.”Povo Algarvio”- Vila Real de Santo António – 1953.Desc.(219)Pág.Br.”Autografado” para ”José Santos Stockler”

Prof. Hugo Cavaco – Revísítando Santo António de Arenilha – Edição – Câmara Municipal de Vila Real de Santo António – Vila Real de Santo António – 1995.Desc.(52)Pág.Br.Ilust
De Santo António de Arenilha a Vila Real de Santo António em 1513 era uma preocupação real fixar pessoas no litoral. No século XVI existia contrabando entre a margem portuguesa e espanhola. No lado espanhol existia um núcleo populoso, Ayamonte, enquanto que Santo António de Arenilha era pouco populoso. No século XVIII surge Vila Real de Santo António de modo a concentrar-se serviços de Aduana e de Lota de pescado, não havendo desvios dos direitos portugueses para os espanhóis. Em 15 de Janeiro de 1773 por alvará cria-se a Real Companhia das Pescarias do Algarve e no mesmo ano em Dezembro por carta régia ordena-se a construção de uma nova vila regular, na margem direita do rio Guadiana em frente a Ayamonte, para os espanhóis verem o brio português. A vila foi construída em cinco meses, conforme os preceitos arquitectónicos da época. Deste modo, a administração pombalina busca arrecadar os impostos, facilitando o aumento das receitas aduaneiras. As populações à volta desta nova vila perderam direitos, a Vila de Cacela perdeu a denominação de Concelho e passa a ser freguesia da nova vila, a Alfândega é transferida de Castro Marim para Vila Real de Santo António e Monte Gordo fica sem Lota.

Agostinho de Carvalho, Ana bela Pires & Paula Quintas (Coordenadores) – Valorização da Caprinicultura na Serra do Caldeirão / Projecto ”Em Torno da Cabra Algarvia” – Editores – Direcção Regional deAgricultura do Algarve – Associação ”IN LOCO” & Universidade do Algarve / Campus de Gambelas – Faro – 2000.Desc.(525)Pág.Br.Ilust
Os caprinos da raça Algarvia, segundo Simplício Barreto Magro, são “animais provenientes do cruza- mento da Chamequeira do Algarve com animais importados de Marrocos há mais de um século, que teriam recebido, mais recentemente, a influência da cabra serrana Andaluza e mais provavelmente, da raça Alpina Espanhola“. Silva Lobo e outros, referiam que em 1981, “na zona de Alcantarilha, freguesia do concelho de Silves, encontravam-se ainda alguns animais de pelagem branca uniforme, menos cor- pulentos que os Algarvios e que segundo os pastores mais idosos, tiveram a sua origem num núcleo caprino originário do norte de África, transportado para o Algarve, há algumas dezenas de anos, em barcos de pesca”. Por sua vez, Marcelino Sobral considerou que “a raça, sem dúvida uma das melhores que dispomos, formou-se depois de 1870, à custa da Cabra Charnequeira Algarvia e da Alpina Espanhola, tendo her- dado desta a pelagem policromada e o grande potencial leiteiro”. Um estudo da caracterização genética das raças autóctones de caprinos, em que se utilizaram mar- cadores genéticos uniparentais (DNA mitocondrial) na definição de linhagens, Pereira et al. (2004) confirmaram através da partilha de linhagens com raças da região, o facto da raça Algarvia resultar do cruzamento de animais provenientes do norte de África com animais autóctones. A inclusão de animais de raças do centro da Europa, com bons níveis produtivos (nomeadamente leiteiros), poderá explicar a influência detetada. O rebanho é sempre acompanhado pelo pastor e na quase totalidade dos casos regressa todas as noites ao curral. Cabra de aptidão mista, leite e carne, sendo sobretudo explorada na vertente leiteira. Em contrastes efetuados, obtiveram-se médias de produção total entre 404 e 524 kg em 278 dias de lactação, com um máximo de 730,5 kg em 204 dias.
O solar da raça situa-se no nordeste Algarvio incluindo-se como área de expansão toda a região do Algarve e, mais recentemente, surgiram alguns rebanhos de pequena dimensão no Baixo Alentejo. A cabra Algarvia apresenta alta prolificidade. Em estudos efectuados verificou-se que em 2734 parições, 74,1 % foram partos duplos e 6,4 % triplos. Nas cabras em terceira parição ou superior, a percentagem de partos duplos foi de 79,5 % e de 9,2 % de partos triplos. O ritmo reprodutivo está perfeitamente definido em duas épocas de cobrição: a principal durante os meses de abril e maio e uma secundária em setembro e outubro. As primíparas têm partos de Janeiro a Março, cerca de 60 %, enquanto nas multíparas mais de 70 % dos partos ocorrem de Outubro a Dezembro.

Mário Lyster Franco – Outras Inscrição Inédita de Ossónoba (Lida e Comentada) – Minerva Comercial / Carlos Marques & C.ª Lda – Beja/ Faro – 1940.Desc.(8)Pág. Br.

Francisco Lameira – ”Manuel Martins Official de Entalhador e Escultor Famoso” – Edição da ADEIPA / Associação Para Defesa e Investigação do Património Cultural e natural dos Concelhos de faro, Olhão, S. Brás de Alportel & Tavira ) – Faro – 1986.Desc.(44)Pág.Br.Ilust