• Category Archives II Guerra Mundial
  • Os Espanhóis e Portugal

    Os Espanhóis e Portugal «€30.00»

    José Freire Antunes – Os Espanhóis e Portugal – Oficina do Livro – Lisboa – 20023. Desc.[733] pág / 24 cm x 16 cm / E. Capa Original


  • História da Guerra

    História da Guerra «€100.00»

    Carlos Ferrão (Organizador) – Rui Ulrich Marques Guedes, Veiga Simões de Castro Lino Franco, Vasco Carvalho, Pereira da Silva, Lelo Portela, Quelhas Lima, Alexandre de Morais, Valente de Araújo, Herculano Nunes Acúrcio Pereira Amadeu de Freitas, Artur Portela, Augusto Pinto, Correia Marques, Dr. Francisco Veloso, Guedes de Amorim, Leopoldo Nunes, Manuel Rodrigues, Maurício de Oliveira, Dr. Norberto Lopes & Dr. ribeiro dos Santos – História da Guerra – Editorial Século – Lisboa – 194.. Desc.[1 ao 616] + [10 Gravuras] + [617 ao 1296] + [38] pág / 32 cm x 25 cm / E. Pele


  • Conferencia do General Marcel Carpentier

    Conferencia do General Marcel Carpentier «€20.00»

    Marcel Carpentier (Gen.) – Conferencia do General Marcel Carpentier – Edições do Estado Maior do Exercito no Instituto de Altos Estudos Militares – Lisboa – 1949- Desc.[95] + [12 Croquis] / 24 cm x 16 cm / Br. Ilust.

     

     

     

     

    Resultado de imagem para General Marcel CarpentierMarcel Maurice Carpentier (2 de março de 1895 – 14 de setembro de 1977) foi um general do Exército francês que serviu na Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial e Primeira Guerra da Indochina. Nascido em 2 de março de 1895 em Marselha, ele era o filho mais velho de sua família. Ele estudou na escola de St Cyr. Em 1937 ele foi Chef d’état-major (chefe do estado-maior) do Comandante Superior das Tropas do Levante. De 1940 a 1941, serviu Jean de Lattre de Tassigny como chefe de gabinete do comandante em chefe do norte da África, na sede das forças francesas de Vichy, na Tunísia. Em 1942, Carpentier se juntou às Forças Francesas Livres do general Charles de Gaulle, tornando-se chefe de gabinete do Corpo Expedicionário Francês em 1943. Ele continuou neste posto até 1944, quando se tornou Comandante da 2ª Divisão Marroquina, com a qual serviu até 1945. Após a Segunda Guerra Mundial, ele estava no comando da região militar da França e foi nomeado Comandante Superior das Tropas da Tunísia em 1946. Ele foi nomeado Grande Oficial da Legião Francesa de Honra em 1947. Em 1949 foi nomeado comandante em chefe das forças da União Francesa na Indochina, mas em 1950, após a derrota desastrosa na Batalha de Route Coloniale 4, ele foi substituído por de Lattre. [1]: 255 Carpentier, em seguida, retornou à Europa para se tornar chefe de gabinete designado para a OTAN em 1951, servindo lá até 1952. Em 1956 ele foi nomeado Inspetor Geral de Infantaria, eventualmente se aposentando como Comandante em Chefe da OTAN para a Europa Central.


  • História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo

    História Comparada - Portugal * Europa e o Mundo
    História Comparada – Portugal * Europa e o Mundo «60.00»

    António Simões Rodrigues (Direcção) – História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo [Vol. 1] (Uma Visão Cronológica) – Dr. Rui Grilo Capelo – [O Mundo Antes da Formação de Portugal] / Dr. Luís Filipe Torgal  e Dr. Francisco Manuel Vitorino – [O Mundo Medieval] / Dr. António Augusto Simões Rodrigues – [Expansão e Colonização Europeia] [O Renascimento, o Humanismo e a Reforma] / Dr. Augusto Rodrigues Monteiro – [O Antigo Regime] / Drª. Regina Anacleto – [Todas as Referencias a História de Arte] / História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo [Vol. 2] (Uma Visão Cronológica) – Dr. Luís Filipe Torgal – [A Idade das Revoluções] / Dr. Francisco Manuel Vitorino – [O Tempo dos Impérios] / Dr. João Paulo Avelãs Nunes – [O Mundo Entre as Guerras] [II Guerra Mundial] [O Pós-Guerra (1946-1960) / Dr. Rui Grilo Capelo – [O Pós-Guerra (1961-1973) / Dr. António Augusto Simões Rodrigues – [O Pós-Guerra (1974-1995)] / Dr.ª Regina Anacleto – [Todas as Referências a História de Arte] – Circulo de Leitores – Lisboa – 1996. Desc. 654 + 456 pág / 27 cm x 20 cm /E. Ilust.


  • Até ao Fim «Um Relato Verídico da Secretária de Hitler»

    Até ao Fim «Um Relatório Verídico da Secretária de Hitler»
    Até ao Fim «Um Relato Verídico da Secretária de Hitler» «€15.00»

    Traudl Junge – Até ao Fim «Um Relato Verídico da Secretária de Hitler» «Tradução de Cláudia Porto» – Dinalivro e Claassen – Lisboa – 2003. Desc. 241 pág / 23 cm x 15 cm / Br.

    Traudl Junge, nascida Gertraud Humps, (Munique, 16 de Março de 1920 — Munique, 11 de Fevereiro de 2002) foi a última secretária pessoal de Adolf Hitler entre 1942 e 1945, tendo fornecido muita informação documentando a vida do “Führer” para fins de registo histórico. Em 1942 foi a uma entrevista de emprego na famosa Wolfsschanze (“Toca do Lobo”), o centro do planejamento militar nazista (localizado na Polónia). Hitler escolheu-a sobretudo por ela ser originária de Munique, sua cidade alemã preferida e em certa forma o seu “lar”. No pós-guerra foi secretária do pai do chefe do governo municipal de Munique (Oberbürgermeister) Christian Ude. Foi co-autora, com Melissa Müller, de Bis zur letzten Stunde (“Até a Última Hora”), publicado no Brasil, pela Ediouro, com o título Até o fim — os últimos dias de Hitler contados por sua secretária, livro em que relata sua vida como secretária do ditador alemão. Traudl Junge, faleceu em 11 de Fevereiro de 2002 em Munique aos 81 anos. Seu corpo encontra-se sepultado em Nordfriedhof Muenchen, Munique, Baviera na Alemanha.


  • No Mundo das Trevas (O Inferno de Treblinka e o seu Carrasco)

    No Mundo das Trevas (O Inferno de Treblinka e o seu Carrasco)
    No Mundo das Trevas (O Inferno de Treblinka e o seu Carrasco) «€15.00»

    Gitta Sereny – No Mundo das Trevas (O Inferno de Treblinka e o seu Carrasco) «Tradução de Artur Lopes Cardoso« – Âncora Editora – Lisboa – 2000. Desc. 462 pág / 23 cm x 15 cm / Br. Ilust.

    Treblinka foi o quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás alimentadas pormotores a explosão localizado nos arredores da cidade de Treblinka, em Polónia ocupada por os alemães. Também foi o primeiro campo de morte alemão onde ocorreu a cremação dos cadáveres a fim de ocultar o número de pessoas mortas. Neste campo foi criado um sistema de trabalho (sonderkommando) onde os judeus eram incumbidos de receber os comboios que chegavam, conduzir os deportados para as câmaras de gás, retirar os cadáveres, extrair os dentes de ouro, e proceder a cremação. Este campo foi dividido por os alemães em dois campos menores, onde em um deles os prisioneiros somente se ocupavam do extermínio e recuperação de objectos, e um segundo campo onde os pioneiros só se ocupavam da retirada dos cadáveres e cremação. Para o funcionamento do campo, os prisioneiros foram divididos por os alemães em “castas” que se compunham de um “comandante” judeu do campo, que tinha como função coordenar o trabalho dos outros prisioneiros. Para isso ele contava com a assistência de outros prisioneiros chamados de “kapos” que comandavam pequenos grupos chamados de comandos, cada um com funções distintas, como por exemplo comando da limpeza, que tinha como função manter o campo limpo, comando de lenhadores que tinha como função desbastar os bosques que existiam em torno do campo e assim por diante. Foi em Treblinka que ocorreu, em 1943, uma revolta dos prisioneiros onde sobreviveram aproximadamente 15 pessoas.


  • O Julgamento de Nuremberga

    O Julgamento de Nuremberga
    O Julgamento de Nuremberga «€35.00»

    Joe J. Heydecker e Jhannes Leeb – O Julgamento de Nuremberga – Editorial Ibis, Lda – Vendas Novas – Amadora – 1962. Desc. 475 pág / 21 cm x 14,5 cm / E. Ilust.

    O Julgamento de Nuremberga  – O termo jubiley (Oficialmente Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring et al.) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante o Tribunal Militar Internacional (TMI) (International Military Tribunal, IMT), entre 20 de Novembro de 1945 e 1º de Outubro de 1946), na cidade alemã de Nuremberg. Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminosos. Em 8 de Agosto de 1945, as quatro potências (Estados Unidos, União Soviética, Grã Bretanha e França) assinavam, em Londres, o acordo sobre o Tribunal Militar Internacional e os Estatutos pelos quais se havia se reger o Tribunal. Estabelecia os direitos e obrigações de todos os que haviam de tomar parte no mesmo, regulamentava a forma de proceder e fixava os fatos e princípios a que tinham de se sujeitar os juízes. O artigo 24º dos estatutos dizia o seguinte:”…O procedimento deve ser o seguinte: a) Será lida a acusação; b) O tribunal interrogará cada um dos acusados sobre se se considera culpado ou inocente; c) O acusador exporá a sua interpretação da acusação; d) O tribunal perguntará à acusação e à defesa sobre as provas que desejem apresentar ao tribunal e decidirá sobre a conveniência da sua apresentação; e) Serão ouvidas as testemunhas de acusação. A seguir as testemunhas de defesa; f) O tribunal poderá dirigir a todo momento perguntas às testemunhas ou acusados; g) A acusação e a defesa interrogarão todas as testemunhas e acusados que apresentem uma prova e estão autorizados a efetuar um contra-interrogatório; h) A defesa tomará a seguir a palavra; i) O acusado dirá a última palavra; k) O tribunal anunciará a sentença…”  Três cada falsos foram instalados no presídio de Nurembergue para a execução, na manhã de 16 de Outubro de 1946, de dez penas de morte contra representantes do regime nazista, por enforcamento, usando-se o chamado método da queda padrão, em vez de queda longa.2 3 Posteriormente, o exército dos EUA negou as acusações de que a queda fora curta demais, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado (o que causa paralisia imediata, imobilização e provável inconsciência instantânea). Na execução de Ribbentrop, o historiador Giles MacDonogh registra que: “o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-chanceler por 20 minutos antes que ele morresse.” Das 12 penas de morte, apenas 10 foram executadas. Martin Bormann, o assessor mais próximo de Hitler em seu primeiro quartel-general, estava desaparecido, sendo julgado à revelia e condenado à morte. Hermann Göring suicidou-se na véspera do dia 16. Quando os seguranças do presídio perceberam que ele mantinha-se estranhamente imóvel deitado sobre seu banco, chamaram seus superiores e um médico. Este constatou a morte de Göring por envenenamento. Nunca foi esclarecido quem lhe entregou o veneno.


  • A Centelha da Vida

    A Centelha da Vida
    A Centelha da Vida «€12.50»

    Erich Maria Remarque – A Centelha da Vida – Publicações Europa-América – Lisboa – S/D. Desc. 400 pág / 21 cm x 14 cm / Br.

     

    Erich Maria Remarque, pseudónimo de Erich Paul Remark (Osnabrück, 22 de Junho de 1898 — Locarno, 25 de Setembro de 1970) foi um escritor alemão. Erich Paul Remark nasceu no seio de uma família trabalhadora  católica  alemã. Com 18 anos partiu para as trincheiras durante a Primeira Guerra Mundial,  onde foi ferido várias vezes. Depois da guerra mudou o seu nome para Remarque e teve diversos empregos, incluindo bibliotecário, homem de negócios, professor, e editor. Em 1929, Remarque publicou o seu trabalho mais famoso Im Westen  nichts  Neues  (A oeste nada de novo em Portugal e Nada de novo no front no Brasil), com o pseudónimo Erich Maria Remarque (mudando o seu nome do meio em honra da sua mãe). Escreveu mais alguns livros de conteúdo semelhante, numa linguagem simples e emotiva, que descrevia a guerra e o pós-guerra. Em 1933, os nazis baniram e queimaram os livros de Remarque. A propaganda do partido afirmava que ele era descendente de judeus franceses, e que o seu verdadeiro nome era Kramer (o seu nome original lido de trás para a frente). Há ainda algumas biografias que afirmam isto, apesar da falta de provas. Viajou para a Suíça, em 1931, e em 1939 emigrou para os Estados Unidos, com a sua primeira esposa, Ilsa Jeanne Zamboui, com quem se casou e divorciou duas vezes. Tornaram-se cidadãos estadunidenses em 1947. Por fim, casou com a actriz Paulette Goddard, em 1958, e permaneceram casados até à data da sua morte em 1970, na Suíça.


  • Cadernos de Guerra (1939-1940)-1940

    Cadernos de Guerra (1939-1940)
    Cadernos de Guerra (1939-1940) «€20.00»

    Jean-Paul Sartre – Cadernos de Guerra (1939-1940) – Difel – Lisboa 1985. Desc. 338 pág / 23 cm x 15 cm /Br.

     

    Jean-Paul Charles Aymard Sartre  (Paris,  21  de Junho de 1905 — Paris, 15 de Abril de 1980) foi um filósofo, escritor crítico francês, conhecido como representante do existencialismo. Acreditava que os intelectuais têm de desempenhar um papel ativo na sociedade. Era um artista militante, e apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra. Repeliu as distinções e as funções oficiais e, por estes motivos, se recusou a receber o Nobel de Literatura de 1964. Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma “essência” posterior à existência.


  • Testamento Politico de Mussolini

    Testamento Politico de Mussolini
    Testamento Politico de Mussolini «€25.00»

     Testamento Politico de Mussolini «Ditado, Corrigido E Rubricado pelo Duce em 22 de Abril de 1945» Prefácio de Alfredo Pimenta e Tradução de António Garrido Garcia» – Edições Ressurgimento – Lisboa – 1949. Desc. 41 pags + 11 Gravuras /  19,5 cm x 13 cm / Br.

    Benito Amilcare Andrea Mussolini (Predappio, 29 de Julho de 1883 – Mezzegra, 28 de Abril de 1945) foi um político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é creditado como sendo uma das figuras-chave na criação do Fascismo. Tornou-se o Primeiro-Ministro da Itália em 1922 e começou a usar o título Il Duce desde 1925. Após 1936, seu título oficial era “Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Fascismo e Fundador do Império”. Mussolini também criou e sustentou a patente militar suprema de Primeiro Marechal do Império, junto com o rei Vítor Emanuel III da Itália, quem deu-lhe o título, tendo controle supremo sobre as forças armadas da Itália. Mussolini permaneceu no poder até ser substituído em 1943; por um curto período, até a sua morte, ele foi o líder da República Social Italiana. Mussolini foi um dos fundadores do fascismo, que incluía elementos de nacionalismo, corporativismo, sindicalismo nacional,expansionismo, progresso social e anti-comunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. Nos anos seguintes à criação da ideologia fascista, Mussolini conquistou a admiração de uma grande variedade de figuras políticas. Entre suas realizações nacionais de 1924 a 1939, citam-se: seus programas de obras públicas como a drenagem dos Pântanos Pontine e o melhoramento das oportunidades de trabalho e transporte público. Mussolini também resolveu a Questão Romana ao concluir o Tratado de Latrão entre o Reino de Itália e a Santa Sé. Ele também é creditado por garantir o sucesso económico nas colónias italianas e dependências comerciais. Embora inicialmente tenha favorecido o lado da França contra a Alemanha no início da década de 1930, Mussolini tornou-se uma das figuras principais das potências do Eixo e, em 10 de Junho de 1940, inseriu a Itália na Segunda Guerra Mundial ao lado do Eixo. Três anos depois, foi deposto pelo Grande Conselho do Fascismo, motivado pela invasão aliada. Logo depois de preso, Mussolini foi resgatado da prisão em Gran Sasso por forças especiais alemãs. Após seu resgate, Mussolini chefiou a República Social Italiana nas partes da Itália que não haviam sido ocupadas por forças aliadas. Ao final de Abril de 1945, com a derrota total aparente, tentou fugir para a Suíça, porém, foi rapidamente capturado e sumariamente executado próximo ao lago de Como por guerrilheiros italianos. Seu corpo foi então trazido para Milão onde foi pendurado de cabeça para baixo em uma estação petrolífera para exibição pública e a confirmação de sua morte.


  • Seis Milhoes de Mortes a Vida de Eichmann

    Seis Milhoes de Mortes a Vida de Eichmann
    Seis Milhoes de Mortes a Vida de Eichmann «€15.00»

    Victor Alexandrov – Seis Milhoes de Mortes a Vida de Eichmann – Estudios Cor – Lisboa – 1961. Desc. 227 pág / 20 cm x 14 cm / Br.

     

     

    Adolf Otto Eichmann (Solingen, 19 de Março de 1906 — Ramla, 1 de Junho de 1962) foi um político da Alemanha Nazi e tenente-coronel da SS. Foi responsabilizado pela logística de extermínio de milhões de pessoas no final da Segunda Guerra Mundial – a chamada de “solução final” (Endlösung) – organizando a identificação e o transporte de pessoas para os diferentes campos de concentração, sendo por isso conhecido freqüentemente como o executor-chefe do Terceiro Reich.Adolf Eichmann nasceu e foi educado em Solingen, na Renânia do Norte-Vestfália, Alemanha. Em 1934 Eichmann serviu como cabo da SS no campo de concentração de Dachau, onde, aos olhos de Reinhard Heydrich, se distinguiu. Em Setembro de 1937, ele foi enviado para a Palestina com o seu superior Herbert Hagen para averiguar as possibilidades da emigração massiva de judeus da Alemanha para aquela região do médio oriente. Eles chegaram a Haifa, mas só puderam obter um visto de trânsito para o Cairo. Ao chegarem à capital do Egipto, eles encontraram-se com um membro da Haganá mas o conteúdo do encontro é alvo de dúvidas. Também tinham planejado encontrar-se com líderes árabes na Palestina, incluindo o mufti de Jerusalém Amin al-Husayni, mas a entrada na Palestina foi-lhes recusada pelas autoridades britânicas. Hagen e Eichmann escreveram um relatório contrário à emigração de judeus em larga escala para a Palestina por razões económicas e também porque contradizia a política alemã de impedir o estabelecimento de um estado judaico ali. Eichmann participou na Conferência de Wannsee, ocorrida em 1942, na qual ele foi o responsável pela determinação de assuntos ligados à ‘solução final da questão judaica’, por ordens de Reinhard Heydrich. Semanas após a conferência, ele recebeu a patente de SS-Obersturmbannführer, tornando-se o chefe do Departamento da Gestapo IV B , órgão responsável por toda a logística relacionada com os estudos e execução do extermínio em curso.  No fim da Segunda Guerra Mundial, Eichmann foi capturado por tropas americanas. No entanto, em 1946 ele conseguiu escapar de um campo de prisioneiros. Depois de muitas viagens (sobretudo pela Itália e pelo Médio Oriente), usando um passaporte falsificado, obtido junto à Cruz Vermelha Internacional, foi para a Argentina em 1950, tendo trazido a sua família para o país logo depois. Lá viveu sob o nome de Ricardo Klement. Em 11 de maio de 1960, após meses de observação, Eichmann foi sequestrado na Argentina, por uma equipe de agentes da Mossad (serviços secretos de Israel), liderados por Raphael Eitan. Foi levado para Israel num vôo de avião da El Al em 21 de Maio de 1960. O avião viera para a Argentina trazendo uma comitiva israelense para participar de um evento no país. Adolf Eichmann foi julgado em Israel, num processo que começou a 11 de Abril de 1961. Foi acusado de 15 ofensas criminosas, incluindo a acusação de crimes contra a Humanidade, crimes contra o povo judeu, e de pertencer a uma organização criminosa. O julgamento causou grande controvérsia internacional e, por autorização do governo de Israel, foi transmitido ao vivo por cadeias radiofônicas de todo o mundo. Eichmann ficou sentado atrás de um vidro à prova de balas e de som, enquanto muitos sobreviventes do Holocausto testemunhavam contra ele. Afinal, foi julgado culpado de todas as quinze acusações e condenado à morte em 15 de Dezembro de 1961. Foi enforcado poucos minutos depois da meia-noite de 1° de Junho de 1962, na prisão de Ramla, perto de Telaviv. A pena de morte sempre existiu em Israel, como parte da legislação herdada da época do Mandato Britânico, mas só foi aplicada no caso de Adolf Eichman. Enquanto acompanhava o julgamento de Eichmann, Hannah Arendt escreveu uma série de cinco artigos para a revista The New Yorker, os quais resultaram no livro Eichmann em Jerusalém – Um relato sobre a banalidade do mal.