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  • A Árvore das Palavras

    A Árvore das Palavras «€30.00»

    Teolinda Gersão – A Árvore das Palavras – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 2000. Desc.[189] pág / 30 cm x 25 cm / E.Tele e Capa Original

     

     

    Teolinda Maria Sanches de Castilho Gersão Gomes Moreno (Coimbra, Cernache, 30 de janeiro de 1940) é uma escritora e professora universitária portuguesa. Frequentou o Liceu Nacional Infanta Dona Maria, atual Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra. Estudou Germanística e Anglística na Universidade de Coimbra, Universidade de Tuebingen e na Universidade de Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim, docente na Faculdade de Letras de Lisboa e posteriormente professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou literatura alemã e literatura comparada até 1995. A partir dessa data, decidiu reformar-se mais cedo e passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. Começou por publicar ficção aos 41 anos. Além da permanência de três anos na Alemanha, viveu dois anos em São Paulo (reflexos dessa estada surgem em alguns textos de Os Guarda-Chuvas Cintilantes, 1984), e conheceu Moçambique, cuja capital, então Lourenço Marques, é o lugar onde decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras. Escritora residente na Universidade da Califórnia em Berkeley em fevereiro e março de 2004, esteve presente na Feira do Livro de Frankfurt em 1997 e 1999 e, entre outros prémios literários, recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores pelo seu romance A Casa da Cabeça de Cavalo (1995), os Prémios de Ficção do Pen Clube pelos livros O Silêncio (1981) e O Cavalo de Sol (1989) e o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco por Histórias de Ver e Andar (2002). Contista e romancista de renomado prestígio em Portugal, também é bastante conhecida no Brasil, onde alguns de seus livros já foram publicados, como o recente Alice e outras mulheres (2020). Também já foram feitos diversos estudos acadêmicos de sua obra em universidades brasileiras e portuguesas


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  • Desenvolvimento da Autonomia e da Identidade nos Jovens Portugueses com Experiência Migratória

    Desenvolvimento da Autonomia e da Identidade nos Jovens Portugueses com Experiência Migratória
    Desenvolvimento da Autonomia e da Identidade nos Jovens Portugueses com Experiência Migratória «€14.00»

    José Pereira Ramalho – Desenvolvimento da Autonomia e da Identidade nos Jovens Portugueses com Experiência Migratória – Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas / Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação Par a Ciência e a Tecnologia / Ministério da Ciência e do Ensino Superior – Lisboa – 2003. Desc.[398] pág / 23 cm x 16 cm / Br


  • Poesias Cartas Chilenas

    Poesias Cartas Chilenas
    Poesias Cartas Chilenas «€60.00»

    Tomás António Gonzaga – Poesias Cartas Chilenas «Obras Completas» -Edição Crítica de M. Rodrigues Lapa – Ministério da Educação e Cultura / Instituto Nacional do Livro – Rio de Janeiro – 1957. Desc. 323 pág / 24,5 cm x 16,5 cm / Br.


  • “Os Lusíadas” e a Defesa E Expansão da Europa

    "Os Lusíadas" e a Defesa E Expansão da Europa
    “Os Lusíadas” e a Defesa E Expansão da Europa «€15.00»

    José Calvet de Magalhães – “Os Lusíadas” e a Defesa E Expansão da Europa «Conferência Proferida pelo Embaixador José Calvet de Magalhães, na Southeastern Massachusset Univertsity, em North Dartmouth, U. S. A em 10 de Junho de 1972» – Comissão Executiva do IV Centenário da Republica de «Os Lusíadas» – Lisboa – 1972. Desc. 25 pág / 24 cm x 16,5 cm / Br.


  • Cartas

    Cartas
    Cartas «€40.00»

    Manuel Laranjeira – Cartas – Documentos Humanos – Prefácio e Cartas de Miguel de Unamuno – Portugália Editora – Lisboa – 1943. Desc. 183 pág + 1 Estampa / 19 cm x 12,5 cm / Br. «1 Edição – Exemplar n.º324 »

     

     

    Manuel Laranjeira ( Mozelos – Santa Maria da Feira, 17 de Agosto de 1877 – m. Espinho, 22 de Fevereiro de 1912), foi médico e escritor português. Autor de teatro, ficção, ensaios, conferências, poesia e estudos sobre política, filosofia, religião a sua actividade literária inicia-se cedo, ainda estudante, como cronista em várias publicações periódicas da época, de que se destacam a “Revista Nova”, “A Arte” e “O Norte”. Foi amigo e correspondente de várias figuras intelectuais de destaque, entre elas, Amadeo de Souza-Cardoso com quem comunga várias das suas ideias e o poeta e filósofo espanhol Miguel de Unamuno, amizades de que resta vasta correspondência literária, política e filosófica. Manuel Laranjeira nasceu em 1877 em São Martinho de Moselos, hoje Mozelos, no concelho de Santa Maria da Feira. Oriundo de uma família modesta, é graças à herança recebida de um tio brasileiro que Manuel Laranjeira prossegue estudos secundários. É desta época (1898) a publicação de Os Filósofos. Dedica-se desde novo à poesia e ao teatro, colaborando em diversas publicações periódicas, como a Revista Nova, A Arte, A Voz Pública e O Norte, assinando crónicas (hoje compiladas) sobre temas tão diversos como política, crítica social, religião, literatura e outras artes, medicina, filosofia ou educação. Em 1898 fixa residência em Espinho, ao número 277 da Rua Bandeira Coelho (actual Rua 19) e matricula-se na Escola Médico-Cirúrgica do Porto, iniciando o curso superior de Medicina. É desta época o prólogo dramático Amanhã (1902). Formado em Medicina 1904, desenvolve intervenções de natureza social e política. É deste modo que o vemos agir politicamente, por exemplo, na Comissão de Propaganda do Centro Democrático de Espinho, e socialmente entrando em confronto, com polémicas crónicas na imprensa, com os ricos portugueses vindos do Brasil, ou com os doutores da Escola Médica do Porto, que criticou acerrimamente. Desta época são as suas conferências sobre biologia e o drama Às Feras (1905) Em 1907 inicia a sua tese de doutoramento, A doença da Santidade – com a qual obtém a classificação de 19 valores. Viaja entretanto até Madrid, visitando o Museu do Prado e mostra interessa em fixar-se em Paris onde se encontrava o pintor e amigo Amadeo de Souza-Cardoso. Manuel laranjeira é aliás um dos primeiros a reconhecer, através dos desenhos que o amigo lhe enviava, a qualidade artística de Amadeu referindo-se a ele, enquanto ainda estudante em Paris, como “um artista no significado absoluto do termo”. Em 1908 conhece Miguel de Unamuno em Espinho, trocando com ele correspondência. É vasta a correspondência de Manuel Laranjeira (toda ela publicada e compilada) com Unamuno, João de Barros, António Patrício, Afonso Lopes Vieira, Teixeira de Pascoaes, Teófilo Braga, Ramalho Ortigão, Amadeo de Souza-Cardoso, entre outros. No entanto, ainda novo, sentindo os efeitos da doença (uma sífilis nervosa), desiludido com a inépcia dos políticos e com a falta de incentivos culturais no quotidiano nacional, foi sujeito a crises depressivas, oscilando a sua vida entre o prazer e uma profunda tristeza e tédio. Muitos destes sentimentos moldam o seu carácter reflectido nos seus escritos. Esta disposição acentua-se progressivamente, e as crises de depressão agravam-se. No final da tarde do dia 22 de Fevereiro de 1912, estando já acamado, deprimido e desesperado com a doença, suicida-se com um tiro n