
António da Costa Torres – Camilo Castelo Branco e as Boticadas do Eusébio Macário – Sociedade Astória, Lda – Lisboa – 1950.Desc.(142)Pág.Br.
Compra e Venda de Livros, Manuscritos
António da Costa Torres – Camilo Castelo Branco e as Boticadas do Eusébio Macário – Sociedade Astória, Lda – Lisboa – 1950.Desc.(142)Pág.Br.
Ricardo Jorge – A Propósito de Pasteur (Discurso Proferido em Comemoração do Centenário Pastoriano na Faculdade de Medicina de Lisboa aos 25 de Abril de 1923) – Portugalia Editora – 1923.Desc.(115)Pág.Br.
Ricardo de Almeida Jorge (Porto, 9 de maio de 1858 – Lisboa, 29 de julho de 1939) foi um médico, investigador, higienista, professor de Medicina, escritor e introdutor em Portugal das modernas técnicas e conceitos de saúde pública, exercendo diversos cargos na administração da saúde e conseguindo uma importante influência política Ricardo Jorge nasceu no Porto, na freguesia de Cedofeita, a 9 de maio de 1858, filho do proprietário José de Almeida Jorge e de sua mulher, Ana Rita de Jesus, ele natural de Paços de Vilharigues, do concelho de Vouzela e ela da freguesia de Bonfim, do Porto. Casou a 28 de agosto de 1879, com apenas 21 anos, na Igreja de São Martinho de Cedofeita, no Porto, com Leonor Maria Couto dos Santos, de 20 anos, natural do Rio de Janeiro, de quem teve três filhos: Artur Ricardo Jorge, médico, Lente da Faculdade de Ciências de Lisboa e Ministro da Instrução do Governo de Gomes da Costa; Ricardo Jorge Júnior, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra e Leonor Jorge. Estudou no Colégio da Lapa, no Porto, e formou-se na Escola Médico-Cirúrgica do Porto em 1879. Na sua dissertação de licenciatura, intitulada O nervosismo no Passado, abordou a história da Neurologia, um termo que nessa altura ainda não havia sido estatuído. A partir de 1880 foi docente da mesma escola nas cadeiras de Anatomia, Histologia e Fisiologia Experimental. Fez então várias deslocações a Estrasburgo e a Paris (onde assistiu às lições de Jean-Martin Charcot), procurando nos hospitais locais uma aprendizagem impossível de adquirir em Portugal, onde o saber neurológico era ainda incipiente. Em 1884 abandonou a Neurologia e passou a dedicar-se à Saúde Pública. Com a sua obra Higiene Social Aplicada à Nação Portuguesa, uma série de conferências publicada nesse mesmo ano, lançou uma nova perspectiva de abordagem das questões de saúde pública em Portugal, o que o guindaria numa importante carreira de higienista e investigador, com larga influência nas políticas de saúde em Portugal Entre 1891 e 1899 foi médico municipal do Porto e responsável pelo Laboratório Municipal de Bacteriologia, tornando-se, em 1895, professor titular da cadeira de Higiene e Medicina Legal da Escola Médico-Cirúrgica do Porto. Em Junho de 1899 deu-se a sua consagração definitiva a nível nacional e alcançou projecção internacional quando, sem hesitações, chegou à prova clínica e epidemiológica da peste bubónica que nesse ano assolou a cidade do Porto, tendo esta sido depois confirmada bacteriologicamente por ele próprio e Câmara Pestana. No entanto, as operações profiláticas que orientou no sentido de eliminar a peste, como a evacuação de casas e o isolamento e desinfecção de domicílios, entre outras, desencadearam a fúria popular que, incentivada por grupos políticos, obrigaram Ricardo Jorge a abandonar a cidade. Em outubro de 1899 foi transferido para Lisboa, sendo nomeado Inspector-Geral de Saúde e, depois, professor de Higiene da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Participou em iniciativas como a organização da Assistência Nacional aos Tuberculosos, iniciada em 1899 pela rainha D. Amélia, e o Congresso Internacional de Medicina de 1906, no qual presidiu à Secção de Higiene e Epidemiologia. Em 1903, foi incumbido de organizar e dirigir o Instituto Central de Higiene, que passaria a ter o seu nome a partir de 1929 e hoje é o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Nos anos de 1914 e 1915 presidiu à Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa e nos anos seguintes visitou formações sanitárias na zona de guerra em França. Organizou depois a luta contra a pandemia de gripe de 1918, também conhecida por Pneumónica ou Gripe Espanhola, e contra as epidemias de tifo, varíola e difteria que surgiram como consequência das deficientes condições sanitárias do pós-guerra. Teria sido Ricardo Jorge o responsável nos anos 20 pela proibição da Coca-Cola em Portugal (só 50 anos depois levantada), tendo alegadamente ordenado a sua apreensão e destruição depois de tomar conhecimento do slôgane publicitário da bebida criado por Fernando Pessoa: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Os interesses de Ricardo Jorge não se limitaram ao campo da medicina, a sua vasta obra inclui publicações versando arte, literatura, história e política. Encontra-se colaboração da sua autoria na revista Lusitânia (1924-1927). Falece aos 81 anos, vítima de infecção urinária, em sua casa, o segundo andar do número 91 do Campo dos Mártires da Pátria, freguesia da Pena, em Lisboa, a 29 de julho de 1939. Encontrava-se viúvo de sua esposa há 16 anos, tendo esta falecido a 13 de dezembro de 1922. Foi, primeiramente, sepultado em jazigo municipal do Cemitério dos Prazeres, sendo trasladado para a sua cidade natal, a 8 de dezembro do mesmo ano, encontrando o seu descanso final no Cemitério de Agramonte. Em 1950, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o médico dando o seu nome a uma rua na zona de Alvalade.
Ferreira de Almeida – Thermas de S.Pedro do Sul(Caldas de Lafões) – Tip. Lito Gonçalves & Nogueira,Lda – Porto – 1930.Desc.(76) + (XXX)Pág + (2)Gravuras.Br.Ilust
Noticias Farmacêuticas IV Centenário do Estabelecimento Definitivo da Universidade em Coimbra 1537-1937 – Jornal Científico Profissional – Editor – Jos´r Ramos Bandeira – Coimbra.1937.Desc.(252)Pág.Br.Ilust
Revista Acção Médica . XXIII – N.º91-92 – Janeiro a Junho, 1959 – D.Manuel Trindade Salgueiro – inspiração Espiritual da Misericórdias / O Compromisso do Hospital das Caldas / Compromisso do Hospital das Caldas Dado Pela Rainha D.Leonor, Sua Fundadora em 18 de Março de 1512 / Dr.Fernando da Silva Correia – O Primitivo Compromisso da Misericórdia de Lisboa / O Primeiro Compromisso da Misericórdia de Lisboa / Dr.José Lopes Dias – Cartas de Consolação do Cardeal de Alpedrinha ao Rei D.João II, A Rainha D.Leonor e a Princesa Viúva, D.Isabel, no Falecimento do Príncipe D.Afonso / Dr.D.Fernando de Almeida – Do Caderno de um Peregrino / Dr.Fernando da Silva Correia – A Obra da Rainha D.Leonor Pela Educação Nacional / João Ruvina – Auto da Rainha D.Leonor / Algumas Notas Para a História da Rainha D.Leonor / Dr.Fernando da Silva Correia – Apontamentos Sobre as Origens e Evolução doa Hospitais / Prof. Carlos Trincão – Bibliografia / Dr.Eduardo Rosado Pinto – Sínteses Médicas Trimestrais – Revista Técnica de Doutrina a Crítica da Associação dos Médicos Católicos Portugueses – Oficinas Gráficas da União de São João – Lisboa – 1959.Desc.(200 ao 448) + (35)Pág .Br.Ilust
José dos Santos Dias – Memória Histórico-Topográfica das Caldas do Gerês – Câmara Municipal de Terras de Bouro – Terras de Bouro – 2001.Desc.(54)Pág.Br.Ilust
Revista Acção Médica . XV – N.º58-59 – Outubro, 1950 a Março, 1951 – Prof. Dr.João Porto – ciência, Amor e Justiça na Obra de S.João de Deus / Prof.Dr.Augusto da Silva Carvalho – Serviço Prestado Pelos Hospitais em Portugal / Dr.Eduardo Rosado Pinto – A Ordem Hospitaleira de S.João de Deus e a sua Obra de Assistência Ortopédica infantil / Prof. Dr.Lopes de Andrade – A Propósito do I Congresso dos Homens Católicos / Dr.José Dias – A Caridade de São João / Prof.Dr.Pedro Polonio – A Ordem de S.João de Deus na Assistência Psiquiátrica / Dr.Ibérico Nogueira – S.João de Deus, Nascimento, Vida, Legenda e Morte / Prof.Dr.Luís Pina – Conceito Histórico e Médico da Caridade de S.João de Deus / Dr.Fernando da Silva Correia – Algumas Razões Humanas do Exílio de João Cidade / Dr.Meyrelles do Souto – A Grande Lição de S.João de Deus / Dr.Castillo de Lucas – La Vida y Obra de San Juan de Dios em Espanã / Dr.Santana Carlos – Vida Associativa / Capa: S.João de Deus – Auto-relevo em Barro, executado por Luís de Pina – Ornatos de João Carlos – Imprensa LUCAS & C.ª – Lisboa – 1950/1951.Desc.(152 ao 542)Pág.Br.Ilust
São João de Deus, de seu nome João Cidade (Montemor-o-Novo, 8 de março de 1495 – Granada, 8 de março de 1550) foi um religioso católico português e um santo da Igreja Católica Romana que se distinguiu na assistência aos pobres e aos doentes, através de um hospital por ele fundado em Granada, 1539. Criou a Ordem dos Irmãos Hospitaleiros para o ajudarem nessa missão e noutras extensões que viriam depois a surgir João Cidade, filho de André Cidade e de sua mulher Teresa Duarte, saiu de Montemor-o-Novo em Portugal, com oito anos de idade e foi levado por um sacerdote a Oropesa onde foi pastor de ovelhas ao serviço do Maioral. Aos 22 anos alistou-se no exército do Conde da mesma cidade e tomou parte na reconquista de Fuenterrabia, então ocupada pela França. Ao abandonar a vida militar, voltou ao ofício de pastor em Oropesa, passados 4 anos volta à vida militar, decorria o ano de 1532 combate em Viena, retornando para Espanha. Diz-se que terá feito a peregrinação à Catedral de Santiago de Compostela e que, nessa altura, terá ficado tão impressionado e exaltando o seu espírito religioso, volta para casa, onde recebe a noticia de que seus pais já tinham falecido, encontra seu tio, Afonso Duarte que lhe diz que: sua Mãe, Teresa Duarte, falecera pouco tempo depois da sua partida para Oropesa e seu Pai, André Cidade, viúvo e sem o seu Filho acabou por tomar o habito Franciscano entregando-se assim à vida religiosa vindo a morrer de velhice. Perante este cenário decide voltar a partir, e assim chegando a Ceuta trabalha na construção das muralhas da cidade, e decide regressar a Espanha depois de uma crise espiritual, acabando por se fixar em Granada onde foi vendedor de livros ate a sua conversão. A sua conversão ocorre em Granada, no dia de festa de São Sebastião quando ouviu os sermões do padre São João de Ávila e aí confessou publicamente todos os erros da sua vida passada e para mais clara demonstração do seu arrependimento, andou percorrendo a cidade ferindo o peito com pedras, e manchando o rosto com lama. Devido ao seu estado lastimoso foi dado como louco e internado No hospital real (hospício), onde permaneceu por algum tempo . Com um espírito mais sereno, e com a ajuda de São João de Ávila, João Cidade saiu do hospício e foi visitar o Mosteiro de Guadalupe. Voltando de seguida para Granada onde fundou em 1539 um hospital para doenças contagiosas e incuráveis. Daí em diante dedicou-se ao serviço neste hospital. Fundou assim a Ordem dos Irmãos Hospitaleiros, a qual foi confirmada, debaixo da regra de Santo Agostinho, pelo Papa Pio V em 1 de Janeiro de 1571. João Cidade foi Beatificado pelo Papa Urbano VIII em 28 de Outubro de 1630 e canonizado em 16 de Outubro de 1690, pelo Papa Alexandre VIII, sendo no entanto a sua bula expedida após a sua morte, pelo seu sucessor Papa Inocêncio XII São João de Deus é o Padroeiro dos Hospitais, dos Doentes e dos Enfermeiros. A sua Memória Litúrgica é celebrada a 8 de Março.
José Pinto de Azevedo – Ensaios Sobre Algumas Enfermidades de Angola – Edições Colibri – Lisboa – 2013.Desc.(292)Pág.Br.Ilust
Luís Silveira Botelho – Médicos na Toponímia de Lisboa – Câmara Municipal de Lisboa – 1992.Desc.(190)Pág.Br.Ilust
Crispína Fé Santos – Sanatório Vasconcelos Porto(São Brás de Alportel) – Dom Quixote – Lisboa – 2006.Desc.(111)Pág.E.Ilust
Dr. Raul Oliveira Feijão – Medicina Pelas Plantas – Livraria Progresso Editora – Lisboa – 1957.Desc.(247)Pág.E.Ilust
«Febres Infecciosas» Notas Sobre o Concelho de Loulé «€250.00
Geraldino Brites – «Febres Infecciosas»Notas Sobre o Concelho de Loulé – História e memórias da Academia das Sciências de Lisboa – Imprensa da Universidade de Coimbra – 1914. Desc.[432] pág + [1]Mapa / 32 cm x 21 cm / E. Pele
Geraldino da Silva Baltazar Brites (Paranhos, Porto, 25 de julho de 1882 — Lisboa, 23 de agosto de 1941), foi um médico, investigador, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e cientista português. Ao longo da sua brilhante carreira exerceu diversas funções: médico municipal em Loulé (1908-1910), Chefe do Laboratório da 1ª Clínica Cirúrgica (1910), Director do Hospital Escolar de Lisboa (1910), naturalista da cadeira de Zoologia na Universidade de Coimbra (1910-1913), 1º assistente do Laboratório de Histologia e Embriologia da Universidade de Coimbra (1912-1913), Secretário da Morgue da 3ª Circunscrição Médico-Legal (1911-1915) e Médico alienista do Conselho Médico-Legal da 3ª Circunscrição (1913-1915). A 2 de janeiro de 1915 sai de Coimbra e vai para Lisboa, onde passa a exercer funções de Chefe do Laboratório de Terapêutica Cirúrgica. A 14 de janeiro deste ano, cessa as suas funções enquanto Secretário da Morgue e Médico alienista do Conselho Médico Legal da 3ª Circunscrição. De 1915 a 1922, esteve no serviço de Tanatologia do Instituto de Medicina Legal em Lisboa, do qual foi Chefe de serviço de 1918 a 1921. Entre as centenas de autópsias de que fez parte, destaca-se a autópsia ao Presidente da República Dr. Sidónio Pais que realizou conjuntamente com o Dr. Asdrúbal António d’Aguiar, Chefe de serviço de Clínica Médico-Legal de Lisboa e principal responsável pela autópsia supracitada[. Após exoneração do cargo de Chefe do serviço de Tanatologia do Instituto de Medicina Legal de Lisboa, regressa a Coimbra por convite. Em 1927, fez parte integrante na organização da Sociedade Portuguesa de Biologia e de 1928 a 1933 foi Diretor do Instituto de Investigação Científica. Geraldino Brites foi, de igual modo, um brilhante intelectual. Desde 1926 que esteve na linha da frente na defesa dos valores laicos e republicanos tendo, inclusive, sido um dos principais divulgadores da revista Seara Nova em Coimbra (revista para a qual também colaborou).Teve ainda uma forte atuação no desenvolvimento de revistas de caráter científico: «fundou a revista Arquivo do Instituto de Histologia e Embriologia em 1929, para a qual contribuiu, publicando ainda vários artigos na Folia Anatomica Universitatis Conimbrigensis, de que foi co-fundador, e na Revista da universidade de Coimbra, além de outras revistas científicas Além de todas estas características, Geraldino Brites era um amante das artes e da natureza, sendo um excelente desenhador e fotógrafo, como tão bem testemunham algumas das suas belas criações artísticas: desenhos a carvão realistas e fotografias da natureza e do meio envolvente. Parte deste espólio pertence a coleções privadas enquanto o restante se encontra depositado no Instituto de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. O facto de ser um forte opositor à ditadura militar – tendo sido, inclusive, preso no pavilhão-enfermaria de Lisboa entre os dias 3 a 9 de outubro de 1927 por suspeitas de conspiração contra a ditadura militar – e ao regime salazarista, fez com que este republicano e cientista português ficasse esquecido e encoberto por uma manta de silêncio.
Pharmapopea Portugueza – Imprensa Nacional – Lisboa – 1876.Desc.(LIII) + (547) pag.B
Maria da Graça G.M. Pinho da Cruz & Joaquim José de Pinho da Cruz – Sinopse da Vida e Obra de Francisco da Fonseca Henriques o “Dr. Mirandela” (1665-1731) – (Edição Comemorativa dos 350 Anos de seu Nascimento) – Edição – Academia Portuguesa da Água Francisco da Fonseca Henriques – Porto – 2015. Desc.[146] pág / 24 cm x 17 cm / Br
Dr. Tomé de Lacerda – A Alimentação dos Dispépticos – Bromatologia, Higiene Alimentar e Dietoterápia – Escola Tipográfica das Oficinas de S.José – Lisboa – 1930. Desc.[218] pág / 25 cm x 17 cm / Br.
Joaquim Veríssimo Serrão – Portugueses no Estudo de Salamanca (1250-1550) – Universidade da Faculdade de Letras de Lisboa / Imprensa de Coimbra Lda.- Lisboa / Coimbra. 1961. Desc. [515] pág + [16] Gravuras / 23 cm x 16 cm / Br. Ilust
André Binet – La Vie Sexuelle de La Femme – L’Éxpansion Editeur – Française – 1950. Desc. 404 pág / 22 cm x 15 cm 7 E. Pele
Fritz Kahn – O Corpo Humano [Vol I & II] – Editora Civilização Brasileira S/A – Rio de Janeiro – 1960. Desc. 407 + 455 pág / 23 cm x 16,5 cm / E. Pele
Dr. Fritz Kahn – A Nossa Vida Sexual «Guia e Conselheiro para Todos com Respostas e Todas as Questões» – Editora Civilização Brasileira S/A – Rio de Janeiro – 1958. Desc. 335 pág / 22 cm x 16 cm / E. Pele
Fritz Kahn (Halle, 29 de Setembro de 1888 — Lugano, Suíça, 14 de Janeiro de 1968) foi um médico ginecologista judeu alemão, autor de livros sobre ciências, especialmente sobre o corpo humano. Fritz Kahn iniciou seus estudos em Halle, Alemanha, tendo completado sua formação em Berlim no Sophien-Gymnasium, em 1907. Formou-se em Medicina, também em Berlim, em 1912. Nessa cidade iniciou carreira como ginecologista, tendo casado com Irmã Glogau. Seus primeiros trabalhos, artigos escritos, foram sobre Astronomia e Aviação A partir de 1914 serviu no exército durante a Primeira Grande Guerra e suas experiências no conflito ficaram bem evidenciadas ao longo de sua obra. Em 1933, pouco antes da ascensão de Adolf Hitler, Kahn foi para a Palestina, de onde não regressou por força da situação política em seu país. Fixando-se em Jerusalém, tornou-se cidadão palestino. Ficou no Oriente até 1939, indo daí para Portugal, depois França, de onde emigrou para Nova Iorque, em 1941. Teve apoio de Albert Einstein e Varian Fry , uma jornalista americana que ajudou a refugiar muitos judeus perseguidos pelo Nazismo. Na América teve uma carreira produtiva, obtendo muita popularidade como escritor de obras sobre Medicina e Biologia, que foram traduzidas para diversos idiomas. Ministrou conferências e aulas para diversas escolas e universidades, assim como em programas radiofónicos onde apresentava questões médicas e científicas. Faleceu em Lugano, Suíça, em 1968.
Charles Fouque – Ensaios Sobre o Amor / Os Sentidos e o Sexo – Editora Civilização Brasileira S/A – Rio de Janeiro – 1951. Desc. 91 + 107 pág / 20 cm x 14 cm / E. Pele