• Category Archives Antropologia
  • Estudos Políticos e Sociais (Revista Trimestral)

  • Nas Rotas dos Bacalhaus (Séc.IX ao Séc. XVI)

    Nas Rotas dos Bacalhaus (Séc.IX ao Séc. XVI) «€12.50»

    Senos da Fonseca – Nas Rotas dos Bacalhaus (Séc.IX ao Séc. XVI) – Procer – Edições e Comunicação –  Oliveira do Bairro – 2005.Desc.[110] pág / 23 cm x 16,5 cm / Br.Ilust


  • Moinhos do Vale do Barosa

    Moinhos do Vale do Barosa «€12.50»

    Carlos Manuel Albuquerque Pereira – Moinhos do Vale do Barosa – Edição de Autor – Eden Gráfico – Viseu – 2010. Desc.[113] pág / 21 cm x15 cm / Br. Ilust


  • Vale de Cambra, Meio Século de Imagens – Fotografia da Família Sousa

  • Oliveira do Bairro Chão de Memórias Usos e Costumes

    Oliveira do Bairro Chão de Memórias Usos e Costumes «€25.00»

    Armor Pires Mota – Oliveira do Bairro Chão de Memórias Usos e Costumes – Edição da Câmara Municipal Oliveira do Bairro – Oliveira do Bairro – 1996. Desc.[478] pág / 22 cm x 16 cm / Br.Ilust


  • Legados de Server do Vouga


  • Sever do Vouga – Uma Viagem no Tempo – Vol I & II

    Sever do Vouga – Uma Viagem no Tempo «€80.00»

    Fernando Soares Ramos – Sever do Vouga – Uma Viagem no Tempo (Vol. I & II) – Edição – Câmara Municipal Sever do Vouga – Sever do Vouga – 1998. Desc.[522] + [330] pág / 30,5 cm x23,5 cm / E. Tele e Capas Original

     

     

    Sever do Vouga é uma vila portuguesa, pertencente ao distrito de Aveiro, situada na região Centro, sub-região Região de Aveiro, com cerca de 2 700 habitantes. É sede de um município com 129,88 km² de área e 12 356 habitantes (2011),subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Vale de Cambra, a leste por Oliveira de Frades, a sul por Águeda e a oeste por Albergaria-a-Velha e por Oliveira de Azeméis.Fica situada a cerca de 30 km a este de Aveiro, 70 km a sul do Porto, 70 km a norte de Coimbra a 60 km a oeste de Viseu.


  • Polis – Enciclopédia da Sociedade e do Estado – Antropologia, Direito, Economia & Ciências Políticas

    Enciclopédia da Sociedade e do Estado – Antropologia, Direito, Economia & Ciências Políticas «€100.00»

    Roque Cabral, Mário Bigotte Chorão, Rogério Fernandes Ferreira, Fernando Guedes, José Miguel Alarcão Júdice, José do Patrocínio Bacelar e Oliveira & Hermes Augusto dos Santos (Comissão Executiva) – Polis – Enciclopédia da Sociedade e do Estado – Antropologia, Direito, Economia & Ciências Políticas – Editorial Verbo – Lisboa – 1983/87. Desc.[1462] + [1643] + [1282] + [1718] + [1571] pág / 26 cm x 18 cm / E.


  • Povo, Povos e Cultura (Portugal – Angola – Moçambique)

    Povo, Povos e Cultura – Portugal – Angola – Moçambique «€17.50»

    Manuel Viegas guerreiro – Povo, Povos e Cultura ( Portugal – Angola – Moçambique) – Edições Colibri – Lisboa – 1997. Desc.[319] pág / 23 cm x 16 cm /Br. Ilust


  • Contribuição para o Estudo da Robustez da Raça Maconde * Um Novo Ixodídeo do Género Haemaphysatis C. L. Koch Para a Fauna de Moçambique * Resenha Histórica do Larde

    Contribuição para o Estudo da Robustez da Raça Maconde * Um Novo Ixodídeo do Género Haemaphysatis C. L. Koch Para a Fauna de Moçambique * Resenha Histórica do Larde «€10.00»

    Boletim da Sociedade de Estudos de Moçambique – Dr.Carlos santos Reis – Contribuição para o Estudo da Robustez da Raça Maconde/ Dr. J. A. Travassos Santos Dias – Um Novo Ixodídeo do Género Haemaphysatis C. L. Koch para a Fauna de Moçambique / Soares de Castro – Resenha Histórica do Larde – Boletim da Sociedade de Estudos de Moçambique – Ano XXIV – N. 86 – Julho a Agosto – 1954 – Lourenço Marques. Desc.[


  • Brasília – Revista do Instituto de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras de Coimbra

  • Os Expostos da Roda de Barcelos (1783-1835)-1835

    Os Expostos da Roda de Barcelos (1783-1835) «€25.00»

    Sebastião Matos – Os Expostos da Roda de Barcelos (1783-1835) – Edição – Associação Cultural e Recreativa de Areias de Vilar – Barcelos – 1995. Desc.[307] pág / 24,5 cm x 17,5 cm / Br.

     

     

     

     

    A roda dos expostos ou roda dos enjeitados consistia num mecanismo utilizado para abandonar (expor ou enjeitar na linguagem da época) recém-nascidos que ficavam ao cuidado de instituições de caridade. O mecanismo, em forma de tambor ou portinhola giratória embutido numa parede, era construído de tal forma que aquele que expunha a criança não era visto por aquele que a recebia. Esse modelo de acolhimento ganhou inúmeros adeptos por toda a Europa, principalmente a católica, a partir do século XVI. Em Portugal, as rodas espalharam-se a partir de 1498 com o surgimento das irmandades da Misericórdia, financiadas pelos Senados das Câmaras. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa foi pioneira neste dispositivo. Segundo as Ordenações Manuelinas de 1521 e confirmadas pelas Ordenações Filipinas de 1603, as Câmaras deveriam arcar com o custo de criação do enjeitado nascido sob a sua jurisdição, caso esta não tivesse a Casa dos Expostos e nem a Roda dos Expostos. A Câmara teria essa obrigação até que o exposto completasse sete anos de idade.


  • Reflexões Sobre a Arte Negra ( Ensaio)

    Reflexões Sobre a Arte Negra ( Ensaio) «€90.00»
    Reflexões Sobre a Arte Negra ( Ensaio) «€90.00»

    Mesquitela Lima – Reflexões Sobre a Arte Negra ( Ensaio (18) – (Relatório e Comunicações do Instituto de Investigação Científica de Angola) – Luanda – 1971. Desc.[46] pág + [20] Fotos + [1] Figura / 29,5 x 21 cm / Br.


  • Portugal de Perto