
José Guerrinha – Conhecer Gouveia «Serra da Estrela» – edição de Autor – Gouveia – 1985. Desc.100 Pagi/23cm x 16cm/Brochado
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José Guerrinha – Conhecer Gouveia «Serra da Estrela» – edição de Autor – Gouveia – 1985. Desc.100 Pagi/23cm x 16cm/Brochado
Jacinto de Sousa Gil – Leiria – Conventos (I) (Santa Ana) & Leiria – Conventos (II) (Franciscanos, Capuchinho Agostinhos & Sto. Estevão) – Edição de Autor – Leiria – 2009.Desc.(479) + (351)Pág.Br.Ilust
Celestino David – Dordio Gomes (Pintor Alentejano) – Estudo Biográfico – Edição – Junta de Província do Alto Alentejo – Évora – 1958.Desc.(53)Pág.Br.Ilust
Simão César Dórdio Gomes (ou Dordio Gomes) (Arraiolos, 26 de julhode 1890 — Porto, 12 de julho de 1976) foi um pintor modernista português Estudou na Academia Real de Belas Artes, onde foi aluno de Luciano Freire e Veloso Salgado, tendo-se formado em Pintura Histórica em 1910. Nesse ano parte para Paris, como bolseiro, frequentando a Academia Julian e as aulas de Jean-Paul Laurens, mas a bolsa é anulada em 1911 por razões a que foi totalmente alheio e Dordio Gomes volta a residir em Arraiolos. Regressa a Paris em 1921 para uma permanência de 5 anos; frequenta a Escola Nacional de Belas Artes de Paris e o ateliê de Ferdinand Cormon. Participa no Salon d’Automne de 1922 em Paris. Viaja pela Bélgica, Suíça, Holanda e faz uma estadia de 8 meses em Itália, onde o conhecimento da obra dos grandes mestres lhe desperta o interesse pela pintura a fresco (importante para o entendimento da sua obra final). A pintura de Dordio altera-se através do contacto com as novas correntes internacionais. Em conjunto com Henrique Franco, Alfredo Miguéis, Francisco Franco e Diogo de Macedo, organiza e participa na exposição Cinco Independentes, 1923, (SNBA) – em que também participam, como convidados Mily Possoz, Eduardo Viana e Almada Negreiros, que se tornará num marco importante na afirmação do modernismo na década de 1920. Em 1933 fixa-se no Porto. A partir de 1934 e até à data da sua reforma, em 1960, leciona na Escola de Belas-Artes do Porto. De “ardente e comovedora simpatia”, afável e apaixonado pela arte e pelo ensino, irá realizar “uma notável obra docente, promovendo uma geração de pintores que se distinguiu nos anos 40 e 50”. Tem colaboração artística em diversas publicações periódicas entre as quais a II série da revista Alma nova (1915-1918) e a Contemporânea. A 18 de novembro de 1960, foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada. Embora tenha sido aluno de Luciano Freire e Veloso Salgado, o seu trabalho inicial está marcado pela influência do naturalismo de Malhoa mas, mais ainda, pela obra exemplar de Columbano, “o que levou os primeiros críticos a considerá-lo aluno deste grande mestre”. Ao longo da segunda permanência em Paris a sua pintura sofre um redirecionamento. Não são muitas as obras realizadas nestes 5 anos, “cerca de três dezenas de quadros, dos quais apenas uma escassa dúzia são nossos conhecidos”, mas a mudança é profunda: “são obras laboriosas, por vezes massacradas”, intensas, onde se aproxima de valores cubistas e expressionistas, como acontece em Casas de Malakoff, 1923 (coleção do Museu Nacional Soares dos Reis). Mas o efeito de longo prazo dessa estadia prende-se acima de tudo com a assimilação das descobertas de Cézanne. Em Paris, “o tímido pintor naturalista […] entendeu um novo sistema de formas através da lição de Cézanne”; as suas composições da época, “de grande solidez, com a exigência geométrica dos seus volumes, a cor sombria dos corpos, são inteiramente novas na pintura nacional”. Após o regresso a Arraiolos, em 1926, Dordio começa “uma nova fase da sua pintura”; pinta paisagens do Alentejo, sobreiros e cavalos – como em Éguas de manada, 1929 (coleção do Museu do Chiado), onde se sente talvez “a memória da originalíssima pintura de Franz Marc e do seu misticismo animalista” –, e “imagens da vida provincial, com seus labores de campo e seus trabalhadores, numa «urdidura alacre e dissonante»”. Durante quatro anos irá alternar entre obras de pequeno formato – realizadas certamente em contacto direto com o motivo, onde se sente a herança expressionista e “onde vibra a impressão direta, o domínio imediato e poderoso da natureza” –, e grandes painéis decorativos para o salão nobre dos Paços do Conselho, mais convencionais, cuja “narrativa quase afoga e suplanta o vigor da expressão plástica”. A mudança para o Porto em 1933 traduz-se numa alteração das suas opções cromáticas, e a luminosidade viva e quente das terras alentejanas cede o lugar a uma paleta de valores mais ténues e envolventes, como acontece em O rio Douro, 1935. Pintará inúmeras vezes essa cidade, o Douro e as suas pontes, em obras de poderoso efeito plástico em que por vezes se sente a reaproximação “a uma poética de cariz oitocentista”. Nas décadas finais trabalha uma enorme diversidade de temas – dos retratos de família às paisagens e gentes do norte ou do Alentejo, que continua a visitar periodicamente –, com resultados irregulares, alternando pinturas de grande solidez e obras de cariz mais convencional, quase sempre encomendas realizadas com a técnica do fresco. “As composições mitológicas, religiosas ou históricas que realizou [nos últimos anos], tradicionais ou com esforço de modernização formal […], não ajudam mais a definir a sua obra”, refletindo talvez “a influência de artistas mais novos do Porto, seus discípulos” (mas mesmo aqui, nos melhores momentos, Dordio parece aproximar-se da força de muralistas como Orozco ou Siqueiros, como acontece com a imagem dos Apóstolos no fresco da igreja dos Redentoristas, Porto).
Maurício Abreu (Fotografia) Álamo Oliveira (Texto) – Açores (Azores) – Distribuição – Editorial Sofoto, Lda – Cascais – 1991.Desc.(80)Pág.E.Ilust
Maria Deolinda Estudante, Sofia Mântua e Anísio Franco(Texto) Nuno Calvei(Fotografia António Alçada Baptista(Apresentação) – Pousadas de Portugal – Casa & Decoração em Co-edição com ENATUR-E.P. – Lisboa – 1992
Boletim Comemorativo do II Ano Oleícola Mundial – Editorial – XX Aniversário do Concelho OleícolaInternacional – Presidente do I.A.P.O / Estudos – Significado Ecológico, Expansão e Declínio da Oliveira em Portugal – Orlando Ribeiro / Valor Biológico do Azeite Face aos Outros Óleos – M.J.Halpern / Aspectos da Economia do Azeita – Sua Evolução no Período de 1968-1977 – Fernando Estácio / A olivicultura Nacional – Suas Tendências – J.Pinto Ganhão / O Azeite e o Centeio em Oledo no Século XIX – Artur Salvado / Noticias do País e do Estrangeiro / Estatística – Análise de Retrospectiva da Produção nacional de Azeita, Agrupada Esta em Escalões de Acidez – José Alves Mendes / Actividades Sectoriais no 2.º Semestre de 1979 / Legislação – Instituto do Azeite e Produção Oleagionosos – Lisboa – Julho-Dezembro de 1979.Desc.(245)Pág + (4)Mapas. Br.Ilust
Luís Leite Pinto – História do Abastecimento de Água a Lisboa – Imprensa Nacional-Casa da Moeda – Lisboa – 1972. Desc. 290 pág + [11 Estampas ] + [1 Mapa] / 29 cm x 20 cm / Br. Ilust.
Luís Filipe Leite Pinto (17 de Novembro de 1904 – ?) foi um atuário, professor do ensino liceal, jornalista e político português. Irmão mais novo de Francisco de Paula Leite Pinto.Frequentou a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde concluiu a Licenciatura em Matemática com 18 valores, obtendo igual classificação na Escola Normal Superior de Lisboa. Estudou cálculo cálculo actuarial na Suiça, juntamente com o seu colega de faculdade e amigo, Pedro Teotónio Pereira, tendo obtido o diploma de Atuário da Escola de Zurique, da qual foi aluno distinto. Foi professor no Liceu Passos Manuel de Lisboa em 1927, do Liceu de Beja em 1928, do Liceu de Évora em 1929, do Liceu Gil Vicente de Lisboa em 1930, onde exerceu o lugar de Reitor, e do Liceu Camões, também de Lisboa, de 1931 a 1945. Em 1926 entrou para a Companhia de Seguros Fidelidade como Atuário, tendo sido promovido a Diretor-Técnico da mesma Companhia em 1933, e, em 1940, assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Administração. Desde 1932 que fez parte, como Substituto, da Direção da Companhia das Águas de Lisboa. Em 1930 foi Secretário do Ministro da Instrução. Em 1943-1944 foi Procurador da Câmara Corporativa, tendo sido seu Primeiro-Secretário de 1938 a 1943, e, entre 1943 e 1946, foi Presidente do Conselho Fiscal da Empresa Geral de Transportes e Presidente da Caixa Sindical de Previdência e da Caixa de Abono de Família dos Profissionais de Seguros. Em 1945 foi nomeado Subsecretário de Estado da Educação Nacional, cargo de que foi exonerado, a seu pedido, a 13 de Maio de 1949. Tem copiosa colaboração em várias revistas de seguros estrangeiras e foi membro de várias sociedades científicas. Pertenceu ao Instituto dos Atuários Portugueses
António Júlio Emerenciano Estácio, Carlos Costa, Cristina Castelo-Branco, Duncan Heathfield, Francisco Castro Rego, Isabel Caetano Ferreira, Isabel Vaz Pinto, Vera Ramos & Victor Walker – O Livro Verde / The Green Book – Comissariado da Exposição de Lisboa – EXPO 98 – Lisboa – 1998.Desc.(241)Pág.Br.Ilust
António Cardoso, José-Augusto França, José Manuel Lopes Cordeiro, José Sarmento de Matos & Margarida de Magalhães Ramalho(Texto) – Porto 1865 Uma Exposição (Expo’98) – Comissariado da Exposição de Lisboa – EXPO 98 – Lisboa – 1994.Desc.(159)Pág.Br.Ilust
Abílio Mendes do Amaral – O Convento da Madre de Deus (Vinhó na Vida do país e do Mundo) – Separata do”Noticias de Gouveia” – Tip.Motta & Irmão, Suc. – Gouveia – 1969.Desc.(148)Pág.Br
A Igreja Matriz de Vinhó, também referida como Igreja do antigo Convento da Madre de Deus, Mosteiro da Madre de Deus de Vinhóe Igreja Paroquial de Vinhó, é uma igreja localizada em Vinhó, na atual freguesia de Moimenta da Serra e Vinhó, no Município de Gouveia. O interior da igreja de feição barroca é coberto por um teto apainelado, com quarenta e cinco caixotões pintados a óleo e encaixilhados em talha dourada. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1962 Foi outrora o Convento da Madre de Deus, cuja construção se iniciou em 1567 e finou-se em 20 de junho de 1573, na Quinta de Vinhó, pertencente a D.ª Antónia de Teive e Francisco de Sousa (fidalgo da Casa Real), que o dotaram com todos os seus bens. Os restos mortais dos fundadores permanecem dentro da igreja, em ataúde de pedra. Por ele passaram centenas de clarissas, sendo a Tia Baptista a mais conhecida pelos dotes milagrosos e pelo boneco conhecido como Menino Jesus da Tia Baptista. Fechou a 28 de Maio de 1834 por decreto que ordenava a extinção das Ordens Religiosas.
Maria Lisete Caixinhas – Flora da Estufa de Lisboa – Editorial Verbo – Lisboa – 1994.Desc.(143)Pág.Ilust.E
Isidoro da Silva Gomes – Ímpetos Naturais Como se Vivia em Constância Nos Princípios Deste Século – Câmara Municipal de Constância – Constância – 1986.Desc.(90)Pág.Br.
Victor Aparício & Abrantes Raposo – Os Távoras de Caparica – Junta de Freguesia de Caparica / Câmara Municipal de Almada – Caparica – 1992.Desc.(125)Pág.Br.Ilust
Prof.Dr.António Alberto Banha de Andrade – A História e a Lenda nos Painéis de Azulejos do Salão Nobre dos Paços do Concelho de Montemor-o-Novo – Edição Póstuma do “Grupo dos Amigos de Montemor-o-Novo – Montemor-o-Novo – 1983.Desc.(12)Pág.Ilust
Arnaldo Casimiro Anica – Tavira e o Seu Termo – Edição da Câmara Municipal de Tavira – Tavira – 1993.Desc.(428)Pág.Br.Ilust.
Pedro Quirino da Fonseca & Luís Filipe Marques da Gama(Direcção Técnica) – Os Carrilhões de Mafra – Palácio Nacional de Mafra/Direcçao-Geral dps Edifícios e Monumentos Nacionais / Instituto Português do Património Cultural – Mafra – 1989.Desc.(85)Pais. + (5)Planos dos Carrilhões. E.Ilust
Caetano Valadão Serpa – A Gente dos Açores(Identificação – Emigração e Religiosidade – Século XVI-XX – Prelo Editora – Lisboa – 1978.Desc.(229)Pág.Br.
Amândio Marques – Onde Nasceu Pedro Álvares Cabral? – Grupo de Estudos Brasileiros do Porto – Porto – 1963. Desc. 67 pág / 21 cm x 15,5 cm / Br. Ilust.
João Cardoso (Coordenação) – Centenário do Liceu de Alexandre Herculano (1906-2006) – Edição da Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Alexandre Herculano – Porto – 2006.Desc.(128)Pág.E.Ilust
Virgínia Rau et Georges Zbyszewski – Congrès International de Géographie Lisbonne 1949 (Estremadura et Ribatejo) – Union Géographique Internationale – Lisbonne – 1949.Desc.(146)page + (10)Cartas.Br.Ilust