
José de Azeredo Perdigão – Calouste Gulbenkian Coleccionador – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1969.Desc.(237)Pág.E.Ilust
Compra e Venda de Livros, Manuscritos
José de Azeredo Perdigão – Calouste Gulbenkian Coleccionador – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1969.Desc.(237)Pág.E.Ilust
Alberto Feliciano Marques Pereira – A Arte em Moçambique – E/A – Lisboa – 1966.Desc.(559)Pág.E.Ilust
Actas das I Jornadas de História de Tavira – Geleate António Canau – Os Lazeres das Populações Rurais da Freguesia da Conceição de Tavira, Nas Décadas de Trinta e Quarenta / Maria José da Conceição Fraqueza – Carta Aberta a Cidade de Tavira / J.Fernandes Mascarenhas – O Pintor Diogo Magina Natural de Tavira (Subsídios) / António Rodrigues dos Santos – O Teatro em Tavira Recordações de um Espectador / Arnaldo Casimiro Anica – a Agricultura no Concelho de Tavira sua Evolução e Apoio do Estado / Valentino Dinis Tavares Galhardo – O Porto de Tavira na 4.ª Aspectos Significativos / Carlos Sousa Reis – Pesca no Algarve Passado, Presente e Futuro / Maria Luísa Veiga Silva Pereira – Uma Villa Romana em Tavira? / José Eduardo Horta Correia – A Arquitectura do Renascimento em Tavira / Armando da Costa Franco – A degradação do Património Conventual de Tavira Após 1834 / António Rosa Mendes – Frei Valentim da Luz, Prior do Colégio da Graça e Tavira, Queimado Pela Inquisição em 1562 / José António Pinheiro e Rosa – Seis Séculos de Escultura Religiosa em Tavira / J. Fernandes Mascarenhas – O Convento de S.Francisco de Tavira na Vida Espiritual e no Período das Lutas Liberais e Miguelistas / Cipriano Manuel Teixeira – Talabriga, Tabela, Tavira Através dos Séculos / Honorato Pisco Ricardo – Tavira, Retalhos do Seu Passado / Maria Lucília Camacho Lopes Vianna Lencart e Silva – O Visconde de Tavira / Hugo Cavaco – A Usura na Legislação Portuguesa”O Caso dos Foros Usurários do Algarve”(Alguns Subsídios Para a sua História) / Ofir Chagas – Está em Tavira ou em Tudia o Verdadeiro Túmulo de D.Paio Peres Correia? / Adérito Vaz – Tavira – As Origens, Evolução Política e Económica / Fernando Calapez Corrêa – Subsídio Para a História do Corso no Algarve – Um Assalto em Tavira em 1684 / Aurízia Félix Anita – A Ponte Como Espaço de Violência / Manuel Carvalho Moniz – O Eborense, D.Paio Peres Correia Conquistou Tavira – Edição Clube de Tavira – Tavira – 1992.Desc.(191)Pág.Br.Ilust
Pároco, Cónego José Traquina(Coordenação) Teodoro A. Mendes(Compilação e Texto) A.Félix Marques(Fotografia) – Igreja de Nossa Senhora do Amparo – Edição da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo – Lisboa/Benfica – 2009.Desd.(73)Pág.Br.Ilust
J.Gonçalves Monteiro – Armamar Terra e Gente – Edição da Câmara Municipal Armamar – 1999.Desc.(392)Pág.Br.Ilust
Amaro Neves – Aveiro História e Arte – ADERAV(Associação de Defesa do Pat.º Natural e Cultura da Região de Aveiro – Aveiro – 1984.Desc.(223)Pág.Br.Ilust
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João Vasco Reys – Vozes da Pedra(Tumulária e Armaria da Sé Velha de Silves – Edição da Câmara Municipal de Silves – Silves – 2002.Desc.(228)PágBr.Ilust
José Marques – O Mosteiro de Fiães (Notas Para a Sua História) – Edições de Autor/Barbosa & Xavier,Lda – Braga – 1990.Desc.(88)Pág.Br.Ilus
A Igreja de Fiães, Mosteiro de Fiães, Igreja Paroquial de Fiães ou Igreja de Santo André -se na freguesia de Fiães, no município de Melgaço, Portugal. A igreja pertencia ao antigo e extinto Mosteiro de Santa Maria de Fiães, da Ordem de Cister. Está classificada como Monumento Nacional desde 1910. A sua origem não é consensual entre os historiadores: enquanto alguns defendem que esta é uma construção da Ordem de Cister, outros afirmam que parte do monumento é mais antiga, datando da época da Ordem Beneditina, no século IX, tendo essa mudança de ordens religiosas ocorrido, e sido registada em documentos oficiais, em finais do século XII, algures entre 1173 e 1194. Sofreu reformações nos séculos XVII e XVIII, tanto na fachada como no interior das naves. Extinto em 1834, o mosteiro passou para a posse de privados pouco depois, procedendo-se, a partir de então, à destruição das alas monacais. As campanhas de restauro, efectuadas nas décadas de 50 e de 60 do século XX, por seu turno, não alteraram significativamente a estrutura, que manteve, à vista, a maioria dos seus elementos medievais. Nas dependências monacais que ali existiam, hospedou-se D. Filipa de Lencastre quando veio de Inglaterra para se casar com D. João I. Da construção primitiva destaca-se o corpo de três naves e quatro tramos, separados por arcarias longitudinais de arcos de volta perfeita. Já da construção cisterciense é possível admirar a cabeceira tripartida e escalonada de planta quadrangular, a abside de dois tramos e, em todo o conjunto, a decoração simples e austera. Na fachada da igreja persiste ainda o brasão com as armas da Congregação de Alcobaça, assim como um imponente portal ogival de múltiplas arquivoltas, posicionado entre dois poderosos contrafortes. No seu interior, existe um altar maneirista e um retábulo de talha dourada datado do período barroco. A parte superior da fachada principal foi refeita no século XVII, sendo somente aí adicionados os janelões e os nichos com as imagens de São Bernardo (o fundador de Claraval), a Senhora da Assunção e São Bento. Do claustro, construído pelos monges cistercienses no século XIII, e que já se encontrava em ruínas em 1533, apenas subsiste um fragmento de um capitel duplo, de decoração vegetalista com crochet. Na nave sul encontra-se o túmulo, do século XV, de Fernão Eanes de Lima, pai de Leonel de Lima, primeiro visconde de Vila Nova de Cerveira.
Eugénio Cavalheiro, Nelson Rebanda – A igreja Matriz de Torre de Moncorvo – João Azevedo Editor – Terra Transmontana – 1998.Desc.(126)pág.B.Ilust
Alberto Correio, Alexandre Alves, João Inêz Vaz – Castro Daire – Edição Câmara Municipal de Castro Daire – Castro Daria – 1995.Desc.(443)pág.B.ilust.
B. Xavier Coutinho – História Documental da Ordem da Trindade (Vol 1) – Das origens Ao Século XIX / (Vol 2) – Alguns Aspectos Característicos da Sus Vida no Século XIX – Edição da Celestial Ordem da SS. Trindade – Porto – 1972.Desc.(1094) pág + (72) Fig. Mapas.Br.Ilust
Marieta Alves – História da Venerável Ordem 3.ª da Penitência do Seráfico P.São Francisco da Congregação da Bahia – Imprensa Nacional – Rio de Janeiro – Bahia-Brasil – 1948.Desc.(431) Pág.B.Ilust
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco é uma igreja católica da cidade brasileira de Salvador, Bahia. É um expressivo exemplar da tradição barroca no país, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e foi uma das indicadas para a eleição das 7 Maravilhas do Brasil. Sua notoriedade advém principalmente da sua fachada ricamente decorada em altos-relevos, um caso raro no Brasil, com similar apenas na Igreja de Nossa Senhora da Guiaem Lucena na Paraíba, que também possui fachada em rocha sedimentar (calcário).[1] Seu interior foi reformado no século XIX, substuindo-se a decoração original barroca por altares neoclássicos, considerados a obra magna do mestre José de Cerqueira Torres. A igreja faz parte de um dos principais conjuntos monumentais de Salvador, que inclui a Igreja e o Convento de São Francisco, que lhe ficam anexos. A igreja é precedida de um pequeno adro com cerca de ferro e pilares em alvenaria, ladeando um grande portal de pedra decorado com relevos e um frontão impositivo. A fachada, ricamente ornamentada com relevos, é um caso único no Brasil, remetendo, segundo o IPHAN, às decorações platerescas que tiveram uma voga na Espanha e suas colônias americanas. Ela tem apenas um similar, muito menos rico, na Igreja de Nossa Senhora da Guia, na Paraíba. Porém, a definição do estilo da fachada tem dado margem a controvérsias. O estilo plateresco é uma das ramificações do Maneirismo espanhol, mas alguns autores pensam que se trate de um exemplar tipicamente barroco, e outros a consideram alinhada à corrente churrigueresca. Sua planta é um exemplo da transição entre a tradição franciscana do século XVII e o das matrizes setecentistas inspiradas na tradição jesuítica. No caso desta igreja, a forte declividade nos fundos do terreno exigiu uma solução nova, instalando a Sala da Mesa (consistório) sobre a sacristia, e esta sobre um ossário.[2] A sacristia liga-se à nave por galerias guarnecidas com três arcadas de cantaria. Possivelmente elas eram abertas para o exterior na época de sua inauguração. Atualmente as arcadas no lado direito da capela‐mor se comunicam com o externo através do claustro, e as do outro lado se abrem para um bloco levantado a partir de 1770, usado como dependências de apoio, construído em virtude da crescente importância e prestígio da Ordem no século XVIII. A fundação da igreja se deve à Ordem Terceira de São Francisco, que iniciou suas atividades na Bahia em 1635. Em 1644 a Ordem ergueu sua primeira igreja, que foi substituída pela presente construção. A autoria do projeto é atribuída ao mestre Gabriel Ribeiro, também o construtor do edifício. A pedra fundamental foi lançada em 1º de janeiro de 1702 e as obras correram com grande rapidez, sendo concluída a estrutura em 22 de junho de 1703. Porém, a fachada só foi finalizada em 1705. No início do século XIX decidiu-se renovar o interior. Os altares primitivos foram substituídos entre 1827 e 1828 com a talha de José de Cerqueira Torres, e a douração foi contratada em 1830 com Franco Velasco. Em 1833 a Ordem encomendou a Cerqueira Torres a confecção de castiçais, cruzes, ramalhetes e jarras para os altares, num total de 77 peças. Em 1834 José Rodrigues Nunes foi incumbido da pintura e douramento de 54 castiçais, 4 tocheiros, 7 cruzes e 16 jarras, da realização de 4 quadros grandes para as paredes, seis pequenos para os nichos dos altares, e da pintura em imitação de tela de ouro do fundo da capela-mor. Ao mesmo tempo, Cerqueira Torres foi novamente contratado para a realização de painéis e frontões entalhados para os altares. A igreja foi reconsagrada e reaberta em 4 de julho de 1835. Na mesma época das reformas, a fachada foi toda recoberta de argamassa, considerada fora de moda, sendo esquecida sua decoração original por mais de um século. Em 1932, por acidente, foi redescoberta, quando um eletricista estava fazendo a instalação de luzes. Durante o trabalho, deu marteladas na fachada, fazendo cair parte do reboco. Em 1939 o IPHAN encaminhou o seu tombamento. Pelo seu ineditismo no cenário arquitetônico brasileiro e pela sua e riqueza plástica e iconográfica, a fachada já foi objeto de atenção de vários historiadores. O nível térreo é vazado por três portas em arco redondo, sendo a central mais larga e alta. São fechadas por portas com almofadões em relevo. Sobre as duas laterais se abrem óculos elípticos. As pilastras assumem uma forma de quartelões (pilastras misuladas), com capitéis que ostentam mascarões e são coroados por volutas jônicas. Na aduela do portal do centro há um pequeno medalhão onde consta a data da construção e a inscrição SPPM, que significa “Ao seráfico Pai esta igreja foi construída merecidamente”. Acima deste elemento, os torsos de duas sereias ladeiam uma coroa de espinhos com o monograma IHS, significando “Jesus Salvador dos Homens”. Este plano é separado do imediatamente superior por uma larga cornija decorada com relevos. Este bloco é muito mais ricamente ornamentado. Os quartelões se sustentam por volumosas mísulas, e seguem para cima com ornamentações em alto-relevo, mostrando na base carrancas (quartelões externos) e querubins (quartelões internos), sustentando atlantes, e terminam com novas mísulas fazendo as vezes de capitéis. As superfícies entre os quartelões são densamente ornamentadas com um intrincado padrão de motivos curvilíneos fitomórficos rodeando grandes coroas reais. Nas laterais se abrem duas portas de feitio retangular, diante das quais há sacadas de ferro trabalhado. Ao centro, num nicho está instalada uma estátua de São Francisco. Acima dele duas sereias sustentam uma coroa real, sobre a qual há uma grande carranca de feições felinas, e acima dela se posta uma águia, de cujo bico pende uma fita com a inscrição Per penitentiam coelo apropinquamus (pela penitência nos aproximamos do céu). Seguindo Percival Tirapeli, os dois atlantes que ladeiam o nicho têm características de divindades pagãs, e poderiam ser divindades fluviais, uma alegoria dos rios pelos quais as riquezas da província eram transportadas. Suas cabeças são adornadas com projeções que lembram asas, e poderiam simbolozar também Hermes, o deus dos comerciantes, uma vez que os comerciantes da capital baiana foram os principais financiadores da construção. Uma outra cornija saliente separa o bloco recém descrito do frontão, também densamente lavrado, com um escudo do Reino de Portugal ao centro, ladeado de anjos em alto relevo e duas grandes volutas nas extremidades, sobre as quais se erguem pináculos. Ao centro, uma cruz arremata o conjunto. Disse Tirapeli que se trata de “obra singular da arte colonial nos trópicos, surgida da mescla de interesses e vontades de comerciantes mecenas e a criatividade e técnica de artistas locais, a fachada da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência merece sem dúvida a atenção tanto de estudiosos quanto de apreciadores da beleza”. A decoração interna primitiva, em estilo Barroco, foi substituída em sua maior parte entre 1827 e 1828 por seis altares laterais e uma capela-mor em estilo Neoclássico com talha dourada, que constituem o principal trabalho do mestre entalhador José de Cerqueira Torres, ainda em excelente estado de conservação. A ele também cabem a talha das tribunas, do arco do cruzeiro, da caixa do órgão, dos púlpitos, da grade do coro e os caixotões do teto da nave. No piso superior tribunas com sacadas de ferro trabalhado e cobertas por pequenos dosséis se abrem para a nave, e dois púlpitos se colocam entre os altares. O teto da nave, elaborado em 1831, é decorado com pinturas atribuídas a Franco Velasco, inseridas nos caixotões. A capela-mor separa-se da nave por um grande arco decorado com relevos. No centro há um medalhão com os emblemas da Ordem Franciscana e uma cruz. O altar-mor tem uma forma de baldaquino, com um trono escalonado no interior, onde se encontra uma imagem de Jesus crucificado. De acordo com Luiz Alberto Ribeiro Freire,
Preserva-se da decoração barroca original dois medalhões nas paredes laterais da nave, com expressivas molduras douradas e policromadas, e uma grande série de azulejos pintados distribuídos por vários espaços do complexo, como as galerias, corredores e claustro, vindos de Portugal e importantes por retratarem Lisboa antes do terremoto de 1755 e cenas do cortejo do infante Dom José e Dona Maria Ana de Bourbon em seu casamento em 1729. Dos espaços decorados, destaca-se a Sala da Mesa, uma das mais significativas em seu gênero em todo o Brasil. Outro espaço, a Casa dos Santos, preserva um importante conjunto de santos de roca e de vestir, instalados em uma série de capelas neoclássicas que circundam o aposento.
Jorges Gaspar, Irisalva Moita, Jose Luis Matos, Clementino Amaro, Antonio Borges Coelho, Paulo Pereira, Rafael Moreira, Fernando Castelo Branco…(Irisalva Moita Coordenadora) – O Livro de Lisboa – EXPO 98 – Livros Horizonte – Lisboa – 1994.Desc.(527) pág .E.Ilust
Rolando Van Zeller – Estanhos Portugueses – Livraria Civilização – Porto – 1969.Desc.[3039 pág / 32 cm x 24 cm / E.Pele Original
João Miguel Simões – História da Mexilhoeira Grande – Edições Colibri/ Fábrica Paroquial da Mexilhoeira Grande – Lisboa – 2007.Desc.[
Amaro Neves – Isabel da Luz de Figueiredo – Mecenas e Benemérita Aveirense – Edição – ADERAV – Associação de Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro – Aveiro – 2009. Desc.[144] pág / 24 cm x 17 cm / Br.
Maria Carlos Chieira Pêgo – Roteiro das Alminhas do Concelho de Sever do Vouga – Edição Câmara Municipal de Sever do Vouga – Sever do Vouga – 1997. Desc.[324] pág / 20 cm x 16 cm / Br. Ilust