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  • O Tempo e o Modo – Revista de Pensamento e Acção

    O Tempo e o Modo – Revista de Pensamento e Acção – (Do nº 1  ó nº45 ) «€250.00»

    O Tempo e o Modo – Revista de Pensamento e Acção – Direcctor – Alçada Baptista – (Janeiro de 1963/ Janeiro de 1967)

     

    O Tempo e o Modo foi uma revista portuguesa cuja primeira publicação data de Janeiro de 1963. Tratava-se de uma revista que marcou a sociedade portuguesa pela abertura de novos horizontes políticos, culturais, literários e artísticos. Como se podia ler na capa da revista, foi Uma revista de pensamento e acção. Teve como fundadores, uma geração de não conformistas provenientes de diversos movimentos católicos como o jornal Encontro e da Juventude Universitária Católica (JUC). Desses fundadores, podemos destacar António Alçada Baptista, João Bénard da Costa, Pedro Tamen, Nuno de Bragança, Alberto Vaz da Silva e Mário Murteira, sendo que, a estes se vieram juntar mais tarde, outros inconformados dispostos a intervir para alterar a sociedade/regime como por exemplo Mário Soares, Francisco Salgado Zenha, Francisco Lino Neto, Adérito Sedas Nunes, Jorge Sampaio, Manuel de Lucena, Manuel dos Santos Loureiro, Mário Sottomayor Cardia, Helena Vaz da Silva, Vasco Pulido Valente, João Cravinho, etc. A revista teve como primeiro director António Alçada Baptista e como chefe de redacção João Bénard da Costo


  • António de Cértima – Vida * Obra * Inéditos

    António de Cértima – Vida * Obra * Inéditos «€15.00»

    Arsénio Mota – António de Cértima – Vida * Obra * Inéditos – Edição – Livraria Figueirinhas – Porto – 1994. Desc.[215] pág / 20,5 cm x 13,5 cm / Br.Ilust

     

     

     

     

    Universidade de AveiroAntónio de Cértima foi um escritor português, nascido no lugar de Gesta,freguesia de Oiã, concelho de Oliveira do Bairro, em 27 de Julho de 1894 e falecido no Caramulo, Tondela, a 21 de Janeiro de 1983. Foi baptizado no entanto com o nome de António Augusto Gomes Cruzeiro. Seguiu a carreira diplomática, tendo sido cônsul em Dacar e Sevilha. Dedicou-se depois à vida comercial. Estreou-se no mundo das letras com o volume de poemas Marília (1914). Publicou poesias, contos, novelas, romances, narrativas e poemas musicados. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revistas Contemporânea (1915-1926), Acção realista(1924-1926) e Música (1924-1925), nomeadamente o artigo “As cerâmicas decorativas” no nº 1, de 15 de Julho de 1924.

     


  • Florbela Espanca – Diário do Ultimo Ano / Sonetos

    Florbela Espanca – Diário do Ultimo Ano / Sonetos – Edição fac-Similada com Prefácio de Natália Correia) Livraria Bertrand – Lisboa – 1981. Desc.[68] + [207] pág + [6 Estampas] / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust

     

     

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/ce/Espanca_Florbela.jpgFlorbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de dezembro de 1930), batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela d’Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas 36 anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos, que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.  Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca (1866-1954), nasceu no dia 8 de dezembro de 1894 em Vila Viçosa, no Alentejo. O seu pai foi sobretudo um antiquário e um fotógrafo, tendo também ganho a vida com outras atividades, como a de projeção de filmes. De facto, foi um dos introdutores do “Vitascópio de Edison” em Portugal. O seu pai era casado com Mariana do Carmo Inglesa Toscano, que era estéril, sendo filho de José Maria Espanca (1830-1883) e Joana Fortunata Pires Espanca (1830-1917). Com a autorização da mulher, João Maria relacionou-se com a camponesa Antónia da Conceição Lobo, filha de pais incógnitos, criada de servir, mulher bela e vistosa. Assim nasceram Florbela e, três anos depois, Apeles, em 10 de março de 1897, ambos registados como filhos de Antónia e pai incógnito. João Maria Espanca criou-os na sua casa. Apesar de Mariana ter passado a ser madrinha de batismo dos dois, João Maria só reconheceu Florbela como a sua filha em cartório 18 anos após a morte desta. Entre 1899 e 1908, Florbela Espanca frequentou a escola primária em Vila Viçosa. Foi naquele tempo que passou a assinar os seus textos Flor d’Alma da Conceição. As suas primeiras composições poéticas datam dos anos 19031904: o poema “A Vida e a Morte”, o soneto em redondilha maior em homenagem ao irmão Apeles e um poema escrito por ocasião do aniversário do pai “No dia d’anos”, com a seguinte dedicatória: «Ofereço estes versos ao meu querido papá da minha alma». Em 1907, Espanca escreveu o seu primeiro conto: “Mamã!” No ano seguinte, faleceu a sua mãe, Antónia, com apenas 29 anos, vítima de nevrose. Espanca ingressou então no Liceu Nacional de Évora, onde permaneceu até 1912. Foi uma das primeiras mulheres em Portugal a frequentar um curso liceal. Durante os seus estudos no Liceu, Espanca requisitou diversos livros na Biblioteca Pública de Évora, aproveitando então para ler obras de Balzac, Dumas, Camilo Castelo Branco, Guerra Junqueiro, Garrett. Quando ocorreu a revolução de 5 de Outubro de 1910, Espanca está há dois dias com a família na capital, no Francfort Hotel Rossio, mas não se conhecem comentários seus à sua vivência deste dia.


  • O Petrarquismo Português do Renascimento e do Maneirismo

    O Petrarquismo Português do Renascimento e do Maneirismo «€25.00»

    Rita Marnoto – O Petrarquismo Português do Renascimento e do Maneirismo – Acta Unibversitatis Conimbrigensis – Coimbra Editora / Universidade de Coimbra – Coimbra – 1997.Desc.[840] pág + [8] Fol. / 25 cm x 19 cm / Br.

     

    Resumo: Homem dotado de uma sensibilidade lírica requintada, filólogo de uma erudição inaudita e exímio conhecedor de toda a tradição em vulgar que o precedeu, Francesco Petrarca foi o descobridor de uma nova época. Fulcro deste lugar de excepção é o método que enforma o diálogo que constantemente estabelece com os autores que o precederam. Uma abertura dialogal de essência crítica assim concebida não pode deixar de ter uma projecção incomensurável sobre os vindouros. Nesta tese, o fenómeno literário do petrarquismo lírico é entendido como código. É seu objectivo analisar o modo dinâmico segundo o qual, entre Renascimento e Maneirismo, se processa a intersecção deste código com outros de incidência epocal, sem perder de vista a pluricodificação que, por sua vez, caracteriza a própria obra de Petrarca – entre fontes antigas, prosadores medievais, e toda a poesia em vulgar, tanto italiana como provençal, que o precedeu. Em Portugal, o conhecimento da personalidade de Petrarca remontará a finais do século XIV. Mas o substrato poético a partir do qual se difunde o modelo petrarquista, a poesia cortesanesca, não proporciona uma assimilação imediata do modelo italiano. É assim que, entre o Cancioneiro Geral, a Menina e Moça, e a poesia de Bernardim Ribeiro e de Sá de Miranda, se vai desenhando um crescendo, que culmina com a sobreposição de hermenêutica e semiologia. Num período subsequente, com a assimilação do princípio de analogia, o código petrarquista passa a ser imitado com intuitos de fidelidade, como se verifica na obra dos poetas renascentistas António Ferreira e Pero de Andrade Caminha, e a sua incidência alarga-se a vários géneros literários. Todavia, quando a inquietude própria do período maneirista vem pôr em causa a possibilidade de dizer o ‘outro’ através do “mesmo”, a imitatio dá lugar à transformatio. Camões e Diogo Bernardes contam-se de entre os poetas deste período que mais profundamente sentem os efeitos do dissídio petrarquista. A superação deste estado efectua-se pela via do neoplatonismo, quer através da filosofia do amor, quer através da consagração ao divino, o que vai implicar uma adaptação a novos temas. O adensamento dos sinais de distância crítica em relação à imitação petrarquista patentes, aliás, ao longo de todo este percurso anuncia já a transição para o Barroco.

    Petrarquismo: A maneira petrarquistaPetrarquismo – Movimento literário italiano que aparece no século XV e se prolonga até ao século XVII, influenciando toda a poesia europeia. Este movimento procura imitar a poesia amorosa de Petrarca, um poeta italiano que representa a transição entre os trovadores provençais e os poetas do dolce stil nuovo e a poesia do Renascimento.Tendo como impulsionadores Matteo Maria Boiardo e Iacopo Sannazzaro, o Petrarquismo caracteriza-se por uma retoma da temática amorosa, dos recursos estilísticos e do vocabulário utilizados por Petrarca. A obra, que se torna referência da poesia lírica de Petrarca, é Il Canzonière. Este movimento atinge o seu apogeu, no século XVI, com Pietro Bembo que lança uma edição corrigida de Il Canzonière e que compila, em Prose della Volgar Língua (1525), o uso literário da língua vulgar, apresentando a linguagem de Petrarca como um modelo da língua poética. É, então, que a poética petrarquista começa a influenciar o resto da Europa, transformando-se num exemplo de perfeição formal e da nova sensibilidade poética. A nível temático, o amor é visto como um serviço que transporta o enamorado a um estado de elevação. O amor pode não só provocar, no jovem apaixonado, o gosto na dor amorosa, como também conduzi-lo à luta entre a razão e o desejo ou à perturbação emocional perante a amada. O amor pode ainda provocar uma análise introspetiva sobretudo sobre os paradoxos do sentimento amoroso, levando o enamorado a caminhadas melancólicas por entre serras e campos desertos, entre outros tópicos. Quanto à forma, Petrarca introduz inovações métricas (hendecassílabo), principalmente nos sonetos e canções. Para além disso, procura impor, nas suas poesias, uma linguagem e um estilo simples, mas sem vulgarismo e fingimentos. O soneto e a canção tinham já sido cultivados na poesia da escola siciliana e no dolce stil nuovo, mas é Petrarca que projeta essas formas poéticas para um elevado nível de perfeição. O Petrarquismo influencia poetas de França (Pierre Ronsard e os da Plêiade), de Inglaterra (Thomas Wyatt e Henry Howard Surrey), de Portugal (Sá de Miranda, Camões) e de Espanha, sobretudo, de forma vigorosa nos séculos XVI e XVII.

     

     


  • Um Fernando Pessoa e Antologia de Releitura

    Um Fernando Pessoa e Antologia de Releitura «€25.00»

    Agostinho da Silva – Um Fernando Pessoa e Antologia de Releitura ( Colecção * Filosofia e Ensaios) – Guimarães Editores – Lisboa – 1959. Desc.[189] pág / 20 cm x 12 cm /Br.


  • Aproximações e Eugénio de Andrade

    José da Cruz Santos (Coordenações) e (Direcção Gráfica) de Armando Alves – Aproximações e Eugénio de Andrade – (A.M.Pires Cabral) (Alberto Pimenta) (Ángel Crespo) ( António Lobo Antunes) (António Osório) (António Ramos Rosa) (António Salvado) ( Armando Silva Carvalho) (Bruno Tolentino) ( Carlos Vittorio Cattaneo) (Egito Gonçalves) (Fernando Pinto do Amaral) (Fiama Hasse Pais Brandão) (Gastão Cruz) (Inês Lourenço) (João Miguel Fernandes Jorge) (Joaquim Manuel Magalhães) (Jorge Sena) (Jorge Sousa Braga) (José Bento) (José Fernandes Fafe) (José Tolentino de Mendonça) (Luís Filipe Castro Mendes) (Manuel Alegre) (Manuel António Pina) (Mário Cláudio) (Nuno Júdice) (Pedro Homem de Mello) (Rosa Alice Branco) (Ruy Cinatti) (Teresa Balté) (Vasco Graça Moura) (Vergílio Alberto Vieira) (Wolfgang Bächler) – Asa Editores – Porto – 2001. Desc.[XCIV] pág + [35 estampas] / 30 cm x 25 cm / E. Tela Ilust

  • António de Lisboa (O Santo de Pádua (1195-1231)-1231

    António de Lisboa (O Santo de Pádua (1195-1231) «€40.00»

    Giulio Marchetti Ferrante – António de Lisboa (O Santo de Pádua (1195-1231) – Tradução de Fernando de Miranda – Coimbra Editora – 1963. Desc.[378] pag + [4 Gravuras] /21 cm x 13 cm / Br. Ilust.


  • Cartas de Antero de Quental (Vol. 1 & 2)-2

    Cartas de Antero de Quental (Vol. 1 & 2) «€40.00»

    Antero de Quental – Ana Maria Almeida Martins (Organização, Introdução e Notas) – Cartas I [1852] – [1881] / Cartas II [1881] – [1891] Obras Completas / Antero de Quental – Universidade dos Açores & Editorial Comunicação – Lisboa – 1989. Desc.[XXXV] + [1 ao 581] + [581 ao 1154] pág / 24 cm x 16 cm / Br. Ilust


  • A Mulher e a Sensibilidade Portuguesa – Antologia

    A Mulher e a Sensibilidade Portuguesa – Antologia «€50.00»

    A Mulher e a Sensibilidade Portuguesa – Antologia Organizada por Ivone Maria Gabriel Pinheiro da Silva – Capa e Ilustração de Gracinda Candeias -Edição do Comissariado Provincial da Mocidade Portuguesa Feminina – Luanda – 1970. Desc.[IX] + [815] pág /


  • Alves Redol [Homenagem]

    Alves Redol [Homenagem]
    Alves Redol [Homenagem] «€40.00»
    Alves Redol [Homenagem] – José Cardoso Pires – Carta aos Amigos Comuns / três inéditos de Alves Redol – Trecho do Romance Reinegros – O lago das Viúvas – Fronteiras Fechadas / Celso Cruzeiro – Alves redol e Alguns dos problemas do neo-realismo Português / Mário Dionísio – Prefácio ao Livro «Barranco de Cegos» / Fernando Namora – Carta Aberta a Alves Redol / Matilde Rosa Araújo – Alves Redol e a Literatura Infantil / José Manuel Mendes – Para Uma Compreensão de Alves Redol / Luiz Francisco Rebello – Breve recordação do Dramaturgo / Henrique do Amaral – Excertos de Uma Breve Evocação de Alves Redol / Joaquim Namorado – Breves Notas Sobre a Personalidade e a Obra de Redol / Os «Trusts» e o Nazismo / Quem Conhece Redol? / Contribuição para Uma Bio-Bibliografia de Alves Redol / Alves Redol e a Critica / Exposição Bibliográfica itinerante da Obra de Alves Redol – Revista Vertice – Numero Especial de Homenagem a Alves Redol – Nov – Dez 1970 -n.º322-23 – Lisboa – 1970. Desc.[781] ao [1027] / 22 cm x 16 cm / Obra Ilustrada com Ilustrações de Paiva, Pomar, Leonor Praça, Maria Keil, Lima de Freitas, Julio Góis. Br.

     

     

     

     

     

     

     

     

     


  • Un Canonista Español en Coimbra: El Doctor Juan de Mogrovejo (1509 – 1566) / Études Sur L’histoire Morale Et Religieuse Du Portugal / António Ferreira – Étude Sur sa Vie Et Son Oeuvre (1528 – 1569) / Le Dialogue “Hospital das Letras de D. Francisco Manuel de Melo / Études Économiques Sur L’Expansion Portugaise (1500 – 1900)

  • Revista – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP)

    (1) – Revista / Março de 1985 – n.º1 – O Traçar do Rumo – Fernando Cristovão / Homenagem ao Instituto de Alta Cultura – lídio do Amaral /  A Praça do Príncipe Real e os Vários Prédios que o Circundam – Eduardo Martins Bairrada / Para Uma Perspectiva da Cultura Portuguesa – Fernando de Mello Moser / Uma Personalidade, Um Tempo, Uma Obra – Fernando Namora Fala a Maria Alzira Seixo / Inter-Bruxo: Um Analisador Ortográfico Interativo para o Português – Pedro Guerreiro / Homem de saber e de Fé: Padre Manuel Antunes: – A. L. de Sousa Franco / O Tratamento Lexicográfico de Texto africano em Língua Portuguesa. O «Africanismo» – Carlos Alberto Antunes Maciel / a Universidade de Coimbra Acolheu Tancredo Neves / Academia das Ciências de Lisboa / In Memoriam… /  Evocações Pessoanas / Prémios e Condecorações – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 118 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (2) – Revista / Agosto – Dezembro de 1985 – n.º2 & 3 – Linguagem e Ciência – Harald Weinrich / Gramática Pastrane Um Apontamento Bibliognóstico – Justino Mendes de Almeida / Uma Personalidade, Um Tempo, uma Obra – Luis Archer Fala a Maria de Lurdes Belchior / Questões Sobre a Cultura Portuguesa – Respostas e Prof. Dr. José Sebastião da Silva Dias / Língua e Cultura Portuguesa no Mundo – Fernando Cristóvão / Das Geometrias Labirínticas – Lima de Freitas / Linguagem e Celebração Religiosa – Albino Mamede Cleto / Letra da Lei em Tradução – José Pestana / Sociedade da Língua Portuguesa / Homenagens / Língua e Literatura na  Universidade dos Açores  – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 176 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (3) – Revista / Julho de 1986 – n.º 5 – Unidade da Língua Portuguesa / Maria Helena Mira Mateus  – Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, renegociadas em 1975 e consolidadas em 1986  / Unificação ortográfica da Língua Portuguesa – João Malaca Casteleiro / A hora e a vez da Língua Portuguesa – Fernando Cristóvão / Um juízo sobre o novo Acordo Ortográfico – Ivo de Castro /  As origens do novo acordo – Luís F. Lindley Cintra  / O Acordo Ortográfico na praça pública  A Língua dos «Infantes» –  Eduardo Prado Coelho  /  Humortográfico /  Ortografia e Ortografia Portuguesa – José Gonçalo Herculano de Carvalho / Notícia sobre a elaboração da Terminologia Científica e Técnica da Língua Portuguesa / Maria Elisa Macedo Oliveira  – Uma Personalidade, Um Tempo Uma Obra – José de Matos / Cruz fala de Cinema Português  / Fernando Pessoa e os meandros da Solidão – António Mateus Vilhena / O Universo Telúrico de Aquilino Ribeiro (II) –  Antonio Valdemar / UMA INSTITUiÇÃO, UMA HISTÓRIA Os Jardins-Escolas João de Deus – Um Centro Cultural, Um · Método, Uma Cartilha /  Do ensino do Latim na actualidade – Maria Helena da Rocha Pereira / Foi a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento descoberta do Brasil – Luís de Albuquerque / Prémios literários em Portugal – Dulce Matos  / O aniversário do Tratado de Windsor / Baquero Moreno – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1986. Desc. 168 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»