P. Bourrieres – Dakar Station Service Atlantique – Paris – S/D. Desc. 158 pág + 1 Mapa / 29 cm x 22 cm / E. Ilust.
Da cidade tem se desenvolvido rapidamente, sob a acção dos fluxos migratórios do campo para as cidades e o aumento populacional. Ela aumentou de 400 000 habitantes, em 1970, para 2,6 milhões em 2005. Sua população, em 2011, era de 3 215 255 habitantes, sendo uma das mais populosas da África Ocidental. Como metrópole, abriga metade da população urbana do país. Ocupando apenas 0,28% do território nacional, a região de Dakar possui 550 km², 25% da população nacional e concentra 80% das actividades económicas do país. A cidade sofre com problemas urbanos de grandes metrópoles, como o congestionamento no transporte, desenvolvimento do meio ambiente e infraestrutura, tanto que a fundação de uma nova capital administrativa está sendo considerada desde 2010. Foi um ponto de referência para o mundialmente famoso rali Dakar. A Bienal de Arte Contemporânea da cidade, chamada de Dak’art, contribui para a sua reputação artística internacional. Os bairros antigos da cidade herdaram a infra-estrutura colonial francesa, além de outros pontos como o porto, a estação ferroviária, o palácio presidencial e a catedral de Remembrance Africano, foram adicionados como os mais modernos edifícios da cidade, além da Universidade Cheikh Anta Diop, a Grande Mesquita, a Porta do Terceiro milénio e o Monumento da Renascença Africana.
Porto do Funchal – Ministério das Obras Públicas – Direcção-Geral dos Serviços Hidráulicos – Direção dos Serviços Marítimo – Empresa Tipográfica ”Casa Portuguesa” – Lisboa – 1962. Desc. 56 pág. + 3 Mapas / 23 cm x 16 cm / Br. Ilust. «€15.00»
Porto do Aveiro – Ministério das Obras Públicas – Direcção-Geral dos Serviços Hidráulicos – Direção dos Serviços Marítimo – Empresa Tipográfica ”Casa Portuguesa” – Lisboa – 1959. Desc. 31 pág. + 1 Mapas / 23 cm x 16 cm / Br. Ilust. «€15.00»
D. Pablo Suarez Sanchez – Puerto de Alicante Memoria – Memoria Del Estado y Progresso de Las Obras 1947 – 1951 – Ministerio de Obras Publicas / Junta de Obras y Servicios Del Puerto de Alicante – Graficas Gutenberg – Alicante – 1952. Desc. 127 pág + 2 Mapas / 32 cm x 22,5 cm / E. Ilust – «Edição Limitada de 500 Exemplares – n.º 436»
Frederic P. Marjay – Matosinhos – Leixões – Edição Patrocinada pala Câmara Municipal de Matosinhos – Lisboa – 1964. Desc. 19 pág + 64 Ilustrações / 30 cm x 22 cm / E. Ilust.
Jose Maria Aguirre – Memoria Puerto de Pasajes – 1942 – 1948 – Graficas Laborde y Labayen, S. L. – Tolosa – 1948. Desc. 193 pág + 1 Mapa / 32 cm x 24,5 cm / Br. Ilust.
Manica e Sofala«Companhia de Moçambique – A Cidade da Beira – Aspectos do Território «€80.00»
José dos Santos Rufino – Manica e Sofala «Companhia de Moçambique – A Cidade da Beira – Aspectos do Território (Album Fotográficos e Descrítivos da Colónia de Moçambique) N.º9 – Editor José dos Santos Rufino – Broschek 6 Co., hamburgo . Representantes: Stüben & Co., Hamburgo. – Lourenço Marques – 1929. Desc. XIV + 96 Pagi / 30 cm x 22,5 cm / Encadernação Original
Os Portos do Norte de Angola «Projectos Dum Porto no Canal de Kinvica» «€85.00»
E.Sanches da Gama – Os Portos do Norte de Angola «Projectos Dum Porto no Canal de Kinvica» Volume I e II – Divisão de Publicações e Biblioteca / Agência Geral das Colónias – República portuguesa Ministério das Colónias – Lisboa – 1939. Desc. 235 + 136 Pagi + 50 Mapas / 22 cm x 16 cm / Br. Ilust.
Relatório do 1º Tirocínio Efectuado no Porto de Luanda «€200.00»
Eng. Nuno Lopes Alves – Relatório do 1º Tirocínio Efectuado no Porto de Luanda – Lisboa – 1944. Desc. 3 Preâmbulo + 10 O Porto de Luanda + 8 Levantamento + 6 Fotografias Originais + 2 levantamento Hidrográfico da Zona Limítrofe do Esporão + 10 Tabelas + 1 Fotografia Original + 1 Plano Hidrográfico da Zona do Porto de Luanda + Programa das Visitas de Estudo de Angola + 5 Fotografias Aéreas Originais de 18 cm x 13 cm + 6 Cliché de Cópias Heliográficas Ampliadas/ de 28cm x 22cm Encadernado em Dossier de Origem
Rio Guadiana «Comissão de Demarcação das Aguas Jurisdicionais Adjacentes a Costa 1886-1887» Actas das Sessões da Comissão Mista de Portugal e Espanha «€200.00»
Manuscrito – Rio Guadiana «Comissão de Demarcação das Aguas Jurisdicionais Adjacentes a Costa 1886-1887» Actas das Sessões da Comissão Mista de Portugal e Espanha . Desc. 17 paginas de Texto escrito á mão das 4 + Capa de titulo na foto – Actas de Sessão Mista de Portugal e Espanha / 33 cm x 23 cm /
Acta da Segunda Sessão – Aos onze dias do mês de Janeiro de mil oito centos e oitenta e sete nesta Vila Real de Santo António se reúnem pela um os hora e vinte minutes da tarde por parte do Governo de S. N. Fidelíssimo os membros Bento Maria Feire de Andrade, capitão de mar e guerra, Engenheiro Hidrográfico e Joaquim Patrício Ferreira, 1º tenente da armada, Engenheiro Hidrográfico, e por parte do governo de sua Majestade. Coronel, capitão, os Senhores D. Carlos delgado e Zuleta, Coronel, e Capitão-de-fragata, e D. Manuel Bason e Sr.Bernardo, tenente do navio de 1º Classe ajudante de marinha do distrito de Aymonte, todos Comissários nomeados pelo respectivo geral para se proceder á direcção dos aposto territoriais da costa adjacente ao Rio Guadiana em conformidade do que dispõe o artigo 4º do Convénio de pessoa aliada entre Portugal e Espanha, em 2 de Outubro de 1888. Aberta a sessão o ilustre Comissão Espanhola disse “ que o canal de Oeste é mais curto que o próprio de dado feitos apreciada pelos navegantes e parte dos que a utilizaram quase exclusivamente para a entrada e saída dos navios a vapor, que constituem a navegação reais importando do rio, porem entrado que nem a seu menor extensão, nem os argumentos me votados pelos comissários Portugueses, em defesa do outro canal são aplicáveis ao caso presente, por quanto o Artigo 4º do Convénio dez. Para os efeitos de este Convénio a separação das águas territoriais nas Zonas marítimas adjacentes aos dois países, será demarcada por linhas tiradas da extremidade do eixo das barras dos Rios Minho e Guadiana, prolongadas para o mar, coincidindo no 1º caso com o paralelo e no 2º com o meridiano desses pontos. Entende a dita Comissão que se chama barra ao corpo acto de bacias e canais que por regra geral existem no desenho de ambos-os-rios: Eixo dela á linha de maior fundo que se encontra no canal ou canais que contenha. E notório, e as sondas verificadas pelas Comissões Portuguesas, confirmaram que essa linha se acha no canal de Oeste, logo ela é o eixo da barra do Guadiana e pelo seu extremo deve passar a linha divisória das águas territoriais nesta zona. Outras divisões que não seja essa se considera contraria ao especial e acto do Artigo 4º do Convénio, pelo qual a mantém em comprimento do seu dever. Todavia, julgando que a divisão pelo intervalo a embaraçosa e geram de dificuldades futuras, os Comissários espanhóis, desejosos desta complicação e querendo dar mostra dos seus reconciliadores propósitos, propões oficialmente, com a duvida da autorização fosse ela, que se ambos entre á povoação dos dois Governos, em conformidade com 2º paragrafo do artigo 38 do Convénio, em meridiano que passando pelo ponto de maior fundo da linha que em os extremos das duas margens, divida agora as aguas jurisdicionais e serva de norma para as futuras demarcações que preceitua o Convénio, com o que sejam fazer uma via por tanto concessão a Portugal, pois que este meridiano passa muito mais a Este do que o do extremo do meio da barra”. A Comissão Portuguesa, mantendo a sua proposta de divisão pela barra do Sueste, o há porto algum que tenha mais alguma barra, ora é certo que o posto de Lisboa, Minho, Zambeze e muitos outros trem mais de uma barra. Sendo portanto inconstitucional a instanciá de duas barras no Guadiana, e a Comissão Portuguesa reputando principal a de Sueste, entende que pelo eixo da mesma é que deve passar o meridiano divisório das águas jurisdicionais em conformidade com o espírito e letra do Convénio. Relativamente á proposta apresentada oficialmente nesta sessão pela Ilustra Comissão Espanhola de “ o meridiano divisório passar pelo ponto mais fundo da linha da Foz”, a Comissão Portuguesa funda-se em que esta barra é a principal pelas razões já ex-pendidas na 1º Sessão da Comissão muito e ás quais se reporta agora, respondendo porem aos vossos argumentos apresentados pelo ilustres da Comissão Espanhola em favor da barra de Oeste, dei que o feito de esta barra será mais frequentemente utilizada para entrada e saída dos navios a vapor que constituem a navegação mais importante do rio, mas depois contra a barra de Sueste por quanto essa navegação e na sua maioria constituída por navios Inglese, que vão ao Pomarão carregar minério e que representam só por si dois terços os navios do movimento marítimo deste porto. Como se prova pelo registo da capitania de Vila Real de Santo António, aqueles navios vindo do Oeste ou para ali regressam e preferem o “Canal da Golada” como mais direito para a sua particular de rota. Entende a Comissão Portuguesa que se chama Barra á entrada de um porto mais ou menos dificultada por baixo e bancos, por entre os quais com o canal que dá acesso aos navios, e eixo, á linha de maior profundidade do respectivo canal, em quanto que a Ilustre Comissão Espanhola a defina como a conjunto de todos baixos e canais, devendo concluir-se de tal definição…….
Documentos Relativos à Abertura da Actual Barra de Aveiro «€15.00»
Francisco Ferreira Neves – Documentos Relativos à Abertura da Actual Barra de Aveiro – Arquivo Distrital de Aveiro – Aveiro- 1956. Desc. 26 pág / 23,5 cm x 16,5 cm / Br.
O Movimento do Porto do Funchal e a Conjuntura da Madeira de 1727 a 1810 «€30.00»
João José Abreu de Sousa – O Movimento do Porto do Funchal e a Conjuntura da Madeira de 1727 a 1810 – Edição Secretaria Regional do Turismo, Cultura e Emigração – Funchal – 1989. Desc. 190 Paginas e 3 Gráficos + 14 Quadros / 23,5 cm x 16,5 cm / Br.
Miguel Osório de Castro – O Sado e a Região de Setúbal nos Anos 50 – Edição ELO – Lisboa – 1994. Desc 75 paginas Muito Ilustradas com 30,5cm x30,5cm com Capa e Encadernação em Tela de Origem
Relatório da Missão Portuguesa de Pesca no Brasil - Volume -1 «Introdução ao Estudo das Pescas no Brasil» «€40.00»
Relatório da Missão Portuguesa de Pesca no Brasil – Volume -1 «Introdução ao Estudo das Pescas no Brasil» – Lisboa – 1956. Desc.323 paginas e 8 Mapas com 35cm x 19,5cm com capa e Encadernação de Origem
O Porto de Lisboa«Quinto Centenário do Infante D.Henrique» «€200.00»
Engenheiro J. Bacellar Bebiano – O Porto de Lisboa«Quinto Centenário do Infante D. Henrique» Estudo de História Económica – Edição da Administração – Geral do Porto de Lisboa – 1960. Desc 405 Paginas + 24 Estampas dos Descobrimentos + 6 gráficos + 4 Mapas + 2 Plantas do Porto de Lisboa /34c m x 27 cm / Encadernação de Origem
Ministério das Comunicações – O Porto de Leixões – Administração dos Portos do Douro e Leixões – Porto – 1949 Desc. 29 paginas de 29cm x21cm com Capa e Encadernação de Origem
A Importação e o Comércio Têxtil em Portugal no Século XV(1385 a 1481) «€25.00»
Ana Maria Pereira Ferreira – A Importação e o Comércio Têxtil em Portugal no Século XV(1385 a 1481) – Imprensa – Nacional Casa da Moeda – Lisboa – 1983. Desc.83 paginas de + 1 mapa com24,5cm x15cm com Capa e Encadernação de Origem
A Descarga do Peixe no Passado«Matosinhos o Lugar da Imagem» «€25.00«
Óscar Fangueiro – A Descarga do Peixe no Passado«Matosinhos o Lugar da Imagem» – Edição – Câmara Municipal de Matosinhos – 1988. Desc 112 Paginas Ilustradas com 21cm x 19cm com Capa e Encadernação de Origem
Los Dos Antiguos "Portos" Fluviales de Orense: El"Porto Auriense" Y El"Porto Vello", Sus Barcas, Ermitas Y Caminos «€15.00»
Juan Carlos Rivas Fernandez – Los Dos Antiguos “Portos” Fluviales de Orense: El”Porto Auriense” Y El”Porto Vello”, Sus Barcas, Ermitas Y Caminos – Orense – 1978.Desc. 63 paginas + 1 Mapa de 24cm x 16,5cm com capa e Encadernação de Origem.
Os Mareantes de Viana e a Construção da Atlantidade «€25.00»
Manuel António Fernandes Moreira – Os Mareantes de Viana e a Construção da Atlantidade – Câmara Municipal de Viana do Castelo – 1995. Desc. 332 pág / 24 cm x 17 cm / Br.