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Samuel Maia – Entre a Vida Morte – Portugal-Brasil,LDA.Sociedade Editora. – Lisboa – 19..:Desc.(231)Pág.Br.
Samuel Maia, de seu nome completo Samuel Domingos Maia de Loureiro (Ribafeita, Viseu, 14 de Fevereiro de 1874 — São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 11 de Novembro de 1951), foi um médico, jornalista e escritor português Filho de Manuel Domingos Maia de Loureiro (Ribafeita, Viseu, Portugal, 27 de Fevereiro de 1841 – Ribafeita, Viseu, Portugal, 2 de Julho de 1882) e da sua mulher e prima (Ribafeita, Viseu, Portugal, 13 de Janeiro de 1856) Maria do Carmo Maia (Ribafeita, Viseu,Portugal, 28 de Março de 1841 – ?). Casa-se em Lisboa, Socorro) com Maria Teresa de Avelar e é pai de João de Avelar Maia de Loureiro, Francisco de Avelar Maia de Loureiro, Leonor de Avelar Maia de Loureiro (Lisboa, 10 de Janeiro de 1903) e Luís de Avelar Maia de Loureiro (São Sebastião da Pedreira, Lisboa, Portugal, 25 de Março de 1904 – Lisboa, Portugal, 14 de Agosto de 1984). Formado pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa e exerceu clínica em Lisboa. Foi Médico dos Hospitais Civis e exerceu o lugar de Director da consulta de crianças do Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos.a Como Jornalista, desenvolveu uma prodigiosa actividade no jornal “O Século”, principalmente em artigos de fundo, e noutros jornais muito assiduamente, como o “Jornal de Notícias”, a revista “Illustração Portuguesa”, o “Diário Popular”, etc. Em 1943, é sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, que em 1936 atribui-lhe o Prémio Ricardo Malheiropelo romance Dona sem dono. Foi Director da Companhia de Seguros Sagres. Faleceu em sua casa na Praça do Duque de Saldanha, na freguesia de São Sebastião da Pedreira, Lisboa, no dia 11 de Novembro de 1951, de “septicemia pós-pionefrose”. Foi sepultado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa, em jazigo de família.