
Revista – Oceanos – O Achamento do Brasil – Numero – 39 – Julho/Setembro 1999 – Comissão Nacional Para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses – Lisboa – 1999.Desc.172 Pagi/38cm x 27cm/ Brochado
Compra e Venda de Livros, Manuscritos
Garcia de Resende – Crónicas de Dom João II e Miscelânea «Introdução de Joaquim Veríssimo Serrão» – Imprensa Nacional-Casa da Moeda – Lisboa – 1973. Desc. LXVI + XXXII + 382 + 28 Pagi /22 cm x 16 cm/ Br.
D.Francisco Xavier do Rego – Descrição Geográfica Cronológica Histórica e Crítica da Vila e Real Ordem de Avis «Avis Caderno de Divulgação Cultural – ano 1-Nº1 – Novembro de 1985» – Publicação Câmara Municipal de Avis – Avis – 1985.Desc.106 Pagi/21cm x 15cm/ brochado
António Maria Mourinho – Guerra de Seta Anos ou Guerra do Mirandum «Deste Trabalho de Fez o Guião para o Filme “A Guerra do Mirandum”» – Tip.Académica – Bragança – 1966.Desc.52 Pagi/25,5cm x 19,5cm/ Brochado
A Guerra Fantástica, Guerra do Mirandum ou Guerra do Pacto de Família, foi o nome pelo qual ficou conhecida a participação de Portugal na Guerra dos Sete Anos (1756-1763). O conflito desenrolou-se no período de Abril a Novembro de 1762 , iniciando-se quando um exército franco-espanhol, com um efectivo de cerca de 40 000 homens comandados pelo general Nicolás de Carvajal y Lancaster, o marquês de Sarriá, invadiu Portugal pela fronteira de Trás-os-Montes, conquistando Miranda, Bragança e Chaves, a que se seguiu uma invasão pelas Beiras, conquistando Almeida e Castelo Branco. Em resposta, formou-se um exército anglo-português, com cerca 20 000 homens, sob o comando do Conde de Lippe, que se posicionou para defender Lisboa, mas em Novembro daquele ano de 1762 foi assinado um acordo de cessar fogo antes de ser travada qualquer batalha. Em consequência, o episódio ficou conhecido por Guerra Fantástica porque, apesar se de terem registado sucessivas movimentações de tropas, os recontros limitaram-se a acções de guerrilha conduzidas pelas milícias locais.
Catalogo Elaborado por Maria Manuela da Costa Guedes com A colaboração de José Raimundo Penaforte Florêncio e Maria Manuela de Carvalho França – Exposição Comemorativa – Oeiras – Bicenteránio da Morte do 1.º Conde de Oeiras e Marquês de Pombal – Edição Câmara Municipal de Oeiras – Oeiras – 1982.Desc.101 Pagi/24cm x 17cm/ Brochado
José Caro Proença – Encobrimentos nos Descobrimentos «Jornal Noticioso da Viagem da Vasco da Gama á Índia Segundo o manuscrito àlvaro Velho do Barreiro(1497-1499)» – Instituto da Comunicações Social/Câmara Municipal do Barreiro – Barreiro – 1998.Desc.373 Pagi/30cm x 21cm / Encadernação de Origem
Beatriz Ruivo e Eugénio Leitão – O Sindicalismo do Funcionalismo Público na I República – Seara Nova – Lisboa – 1977.Desc.207 Pagi/ 21cm x13,5cm / Brochado
José Joaquim Fontes Dias dos Santos – O Mosteiro de Vila Cova das Donas «Sua Evolução e Formação: A Exploração Dominial» – Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia / Gabinete de História e Arqueologia de Vila Nova de Gaia – Vila Nova de Gaia – 1989. Desc. 154 Pagi / 24 cm x 17 cm / Brochado
Possidónio Mateus Laranjo Coelho – Terras de Odiana – Medobriga – Ammaia – Aramenha – Marvão – Câmara Municipal de Castelo de Vide e Marvão – Lisbia.1988.Desc.451 Pagi + 2 Mapas/23cm x16cm/ Brochado «2.º Edição»
Possidónio Mateus Laranjo Coelho (Castelo de Vide, 16 de Novembro 1877 — Lisboa, 4 de Março de 1969) foi um jurista e professor liceal, publicista e conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, que se notabilizou como paleógrafo e diplomatista. Para além de ter exercido diversos cargos de nomeação política, entre os quais o de governador civil do Distrito de Portalegre, foi presidente da Academia Portuguesa da História e membro de diversas academias e sociedades científicas.
Braga Paixão – Cem Anos de Banco Nacional Ultramarino na Vida Portuguesa 1864-1964 – Banco Nacional Ultramarino – Lisboa – 1964. Desc. 1o v. : XVIII, 555, [2] p., [47] f. il. . – 2o v. : 1964. – 533, [2] p., [32] f. il . – 3o v. : 1964. – 367, [2] p., [68] f. il. . – 4o v. : 657, [2] p., [31] f. il. Pagi/ 35 cm x 27 cm/ Encadernação de Origem (Completo)
O Banco Nacional Ultramarino MHI é um banco português que operava em vários países, mas em especial nas antigas colónias portuguesas. É um subsidiário da Caixa Geral de Depósitos, um banco público português.