Catalogo / Banda Desenhada & Cartoons

 

 

 

 

 

 

História do Oeste / Publicação Juvenil

 Banda Desenhada

 

 

 

  1. P1010277História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 9 – A Conquista da Califórnia / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  2. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 10 – Noites de Terror / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e  José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  3. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 11 – Veleiros da Pradaria / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  4. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 12 – A Febre do Ouro / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  5. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 13 – A Patrulha Heróica / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  6. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 14 – O Bisonte Sagrado / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  7. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 15 – Diligencias Heróicas / Lendas e Factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  8. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 17 – O Sargent / Lendas e factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»
  9. História do Oeste – Publicação Juvenis – Nº 18 – O Sargento Youk / Lendas e factos do Oeste Americano – Editores – Mário Assunção  e José  Martins Ramos – Lisboa – 1973. Desc. 96 pág / 21 cm x 16 cm / Br. Ilust – «€6.00»

 

 

Jaguar

 Banda Desenhada

 

 

  1. P1010278Jaguar (Colecção) N.º 6 – Sigurd, O Herói – Por: E. T. Coelho – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 50 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»
  2. Jaguar (Colecção) N.º 7 – O Sargento Secreto  – Por: Bod Lewis – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 50 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»
  3. Jaguar (Colecção) N.º 8 – Os Guerrilheiros em Dois e mais Um…  – Por: Jesus Blasco – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 66 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»
  4. Jaguar (Colecção) N.º 9 – Dan Jensen em o País Perdido – Por: Jesus Blasco – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 50 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»
  5. Jaguar (Colecção) N.º 10 – Brick Bradford Regresso a Panola – Por: Paul Norris – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 50 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»
  6. Jaguar (Colecção) N.º 12 – Os Mosqueteiros do Rei – Edição Mensal do “Jornal do Couto”  – Director: Roussado Pinto / Editor: M.A. Lopes de Sousa – Lisboa – S/D . Desc. 50 pág / 27 cm x 19 cm / Br. Ilust. – «€6.00»

 

Xerife – Buffalo Bill

 

 

William Frederick Cody (26 de Fevereiro de 1846 – 10 de Janeiro de 1917), simplesmente Buffalo Bill, foi aventureiro americano nascido em Scott County, Iowa, EUA. Matou milhares de búfalos num curto espaço de tempo, ficando por isso com a alcunha de “Buffalo Bill”. Além de caçar búfalos, Cody teve inúmeros empregos: batedor da cavalaria americana (1868-1872), mensageiro do Pony Express (1860), gerente de hotel, ferroviário e condutor de diligências. Uma lenda em seu país, Buffalo Bill se tornou também mundialmente famoso graças ao show sobre o Oeste Selvagem (Buffalo Bill’s Wild West show) que passou a estrelar a partir de 1883. O show incluía uma parada de cavaleiros, participação de índios americanos, e grandes atiradores. O show contava ainda com Turcos, Árabes, Mongóis e Cossacos, com cavalos e roupas típicas, e com participações de Jane Calamidade e Touro Sentado. Foi um ícone notável no Velho Oeste, e ficou famoso principalmente por ser um dos criadores dos espectáculos sobre o género. Ele nasceu em 1846, nos Estados Unidos, no estado de Iowa. Seu verdadeiro nome é William Frederick Cody. Quando ainda era jovem, uma estrada de ferro começou a ser construída através das planícies do estado. Então, o jovem, ainda conhecido como Willian Cody, começou a trabalhar como fornecedor de carne para os operários da estrada de ferro. Daí veio sua alcunha, a carne que ele supria era de Búfalos. Era um exímio caçador e em um ano chegou a matar cerca de cinco mil búfalos. Ganhou fama e a alcunha. Com o extermínio dos Búfalos nos anos que se seguiram, ficava cada vez mais difícil achar manadas do animal, Búfalo Bill, já com grande fama, resolve então investir numa carreira de artista. Em 1883 contratou alguns índios e mais alguns vaqueiros para fazer uma espécie de circo móvel, cuja temática era o Oeste selvagem. Assim, ele passava de cidade em cidade, nas quais as pessoas pagavam para ver o espectáculo  junto com suas demonstrações de habilidades de cavaleiro. Ganhou fama e dinheiro, sessenta anos depois suas ideias inspiraram os filmes de Faroeste.

  1. P1010275Xerife “Buffalo Bill” em o Fio Que Fala – Aventuras – Nº 90 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  2. Xerife “Buffalo Bill” em o Espéctro da Guerra Índia – Aventuras – Nº 103 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  3. Xerife “Buffalo Bill” em o Circo Sinistro – Aventuras – Nº 104 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  4. Xerife “Buffalo Bill” em Morticínio em Greyhound – Aventuras – Nº 108 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  5. Xerife “Buffalo Bill” em o Cavalo de Fogo – Aventuras – Nº 109 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  6. Xerife “Buffalo Bill” em a Seita do Dente Vermelho – Aventuras – Nº 110 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  7. Xerife “Buffalo Bill” em Um Plano Diabólico – Aventuras – Nº 111 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  8. Xerife “Buffalo Bill” em o Homem, que Odeia os Índios – Aventuras – Nº 114 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  9. P1010279Xerife “Buffalo Bill” em Aventura Perigosa – Aventuras – Nº 115 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  10. Xerife “Buffalo Bill” em A Filha de “Pata de Lobo” – Aventuras – Nº 118 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  11. Xerife “Buffalo Bill” em A Embuscada – Aventuras – Nº 119 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  12. Xerife “Buffalo Bill” em A Caçada de Curly Joe – Aventuras – Nº 124 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  13. Xerife “Buffalo Bill” em Pawnne Jack Ladrão de Cavalos – Aventuras – Nº 125 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  14. Xerife “Buffalo Bill” em Roubo em Crow Crook – Aventuras – Nº 126 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  15. Xerife “Buffalo Bill” em Falsa Acusação – Aventuras – Nº 129 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  16. Xerife “Buffalo Bill” em A Filha de “Pata de Lobo” – Aventuras – Nº 137 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»

 

 

Xerife – KiT Carson

 

 

Christopher “Kit” Houston Carson (1809 – 1868) foi um pioneiro do Velho Oeste, que se tornou notório pela actuação como guia e pela participação em guerras indígenas. Nascido no Condado de Madison, Kentucky de uma família de origem irlandesa, Kit transfere-se já em 1811 para Missouri, ainda um território semi-selvagem. Em Agosto de 1826, cansado do trabalho de aprendiz de celeiro  foge para agregar-se a uma caravana, indo directo para o Novo México. Entre 1832 e 1842, Kit Carson viajou na vastíssima zona das Montanhas Rochosas, entre Idaho, Colorado, Utah e Wyoming, já então lendários, e se casa uma vez com uma mulher índia, Waa-nibe. Em 1842/43 guia como scout duas expedições de John Charles Frémont através de vários territórios inexplorados: o objectivo oficial é o estudo do South Pass e a medição da altura das Montanhas Rochosas, um trabalho que levará depois à confecção do primeiro grande mapa do Oeste. Em seguida, Kit Carson casa-se com Josefa Jaramillo e logo constrói uma fazenda nos arredores de Taos. Mas depois vende tudo, e acompanha Frémont na sua terceira expedição. De 1846 a 1848, vira combatente na guerra dos Estados Unidos contra o México na Califórnia. Kit Carson foi, entre outras coisas, usado como mensageiro a Washington e levou também a notícia da descoberta de ouro na Califórnia. Até 1853 realiza várias outras missões como scout; em 1854 é nomeado agente indígena, guia diversas expedições militares e encontra tempo para ditar as suas memórias: sua autobiografia é um verdadeiro e próprio inventário de todos os tipos Western – escrita de uma vez, não tendo em vista uma publicação (foi impressa somente em 1926), é surpreendentemente autêntica. Vejam a reconstrução feita pelo livro “Il grande cielo dei cacciatori dei castori”: “Retornado a Taos, Kit logo foi nomeado Comissário governamental para as tribos Ute e Jicarilla Apache, cargo que ocupou até a explosão da Guerra Civil em 1861. Após a sua primeira participação, ficou claro que Kit Carson pretendia defender não somente os brancos dos índios, mas, sobretudo os índios dos brancos. Como resultado, por todo o período no qual Kit Carson foi Comissário governamental, nem os Utes, nem os Jicarillas jamais marcharam sobre a trilha de guerra”. Se para os Cheyennes, Kit Carson era o Pequeno Chefe, “para os Úteis não foi outro senão Pai Kit”. Em 1861 se demite do cargo e torna-se coronel de um regimento de voluntários do Novo México: toma parte em várias campanhas contra os índios, como aquela, entre 1863 e 1864, contra os Navarros, índios que foram os seus mais difíceis inimigos, e, invés de comportar-se como o leal herói das nossas histórias em quadradinhos  os constringe à rendição, destruindo as suas reservas invernais de alimento e expondo assim guerreiros, mulheres e crianças a uma morte horrível. Carson os deportou depois para um campo de concentração no Novo México, de onde os Navarros poderiam voltar ao Arizona após cinco anos de prisão e somente para estarem confinados em uma reserva. Carson torna-se general e dá baixa em 1867. No ano seguinte é superintendente para os negócios indígenas no Colorado. Morre em 23 de maio de 1868.

  1. P1010280Xerife “Kit Carson” em O Caçador da Lua – Aventuras – Nº 137 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  2. Xerife “Kit Carson” em Carabinas Roubadas – Aventuras – Nº 140 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  3. Xerife “Kit Carson” em a Revolta das Peles Vermelhas – Aventuras – Nº 147 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1973. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»

 

 

 

 

 

 

 

 Aventuras do

FBI

 

 

 

 

  1. P1010274Aventuras do FBI – Coação – Nº 24 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  2. Aventuras do FBI – Dólares em Conserva – Nº 35 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  3. Aventuras do FBI – Correio Diplomático – Nº 38 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  4. Aventuras do FBI – O Campeão – Nº 55 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  5. Aventuras do FBI – “Flores” da Morte – Nº 78 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  6. Aventuras do FBI – “A Morte no Visor” – Nº 81 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  7. Aventuras do FBI – “Assassínio Num Domingo” – Nº 82 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  8. Aventuras do FBI – A face de um Traidor – Nº 103 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  9. Aventuras do FBI – A Palavra é Morte – Nº 104 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»
  10. Aventuras do FBI – adam & Evans em o caso da Mulher Pássaro – Nº 111 – Director: Mário de Aguiar – Editor: Aguiar & Dias, Lda – Redacção: Rua Saraiva de Carvalho – Lisboa – 1972. Desc.64 pág / 17 cm x 12 cm / Br. Ilust. – «€2.50»

 

 

 

Andy Capp

A Daily Mirror Book With Drawing By

 

 

Reg Smyth a partir de uma fotografia de família de propriedade da família Smyth 2007 .. jpgReginald Smyth (10 de Julho de 1917 – 13 Junho de 1998), mais conhecido pelo seu Reg Smythe pseudónimo , era um britânico cartunista que criou o popular, de longa data Andy Capp quadradinhos. Nascido em Hartlepool , Inglaterra , Reginald Smyth era o filho de Richard Oliver Smyth, um trabalhador de estaleiro, e sua esposa, Florence (Florrie) née Pearce. Deixar a escola aos 14 anos de idade, ele estava desempregado há alguns anos. Ele se juntou aos Fuzileiros de Northumberland , servindo 10 anos e chegando ao posto de sargento. Durante a II Guerra Mundial , Smyth viu o serviço activo no norte da África , onde ele desenvolveu um talento para o desenho dos desenhos animados através da criação de cartazes para produções dramáticas amadores. Depois de ser liberado do serviço activo  ele se estabeleceu em Londres e trabalhou como balconista para o GPO . Ele continuou a chamar a arte do cartaz, mas em 1950 mudou-se para o trabalho caricatura, operando através de um agente e a dotando o pseudónimo de Reg Smythe. Em meados da década de 1950, ele estava trabalhando para o Daily Mirror , onde o Andy Capp tira teve sua estreia em 1957. Ele fez o seu caminho para o Estados Unidos em 1963. Smyth descreveu Andy Capp como tendo nascido “na estrada A1 em 60 mph” depois de ter recebido, durante uma visita ao Ocidente Hartlepool , um pedido do Mirror Group presidente Hugh Cudlipp para criar um desenho animado para aumentar número de leitores do Norte. A personagens Andy e Flo foram baseados nos próprios pais de Smyth. Além de seu sucesso rápido no Reino Unido, Andy Capp se tornou popular internacionalmente em pelo menos 34 países e 700 jornais. Andy ficou Tuffa Viktor na Suécia , Willi Wacker na Alemanha , Charlie Kappl na Áustria, Carlos e Alice em Itália , André Chapeau em França e Kasket Karl na Dinamarca , embora ele permaneceu “Andy Capp” em os EUA. Em meados da década de 1970, Smyth voltou a Hartlepool, onde morreu de câncer de pulmão em 1998, aos 80 anos. Smyth foi agraciado com inúmeros prémios, incluindo o de Melhor britânico quadradinhos todos os anos 1961-1965 e os principais prémios na Itália (1969, 1973, 1978). Em os EUA, ele recebeu o Cartoonistas Sociedade Nacional prémio de Melhor “Strips”1974. Em 2007, após anos de especulação e de angariação de fundos local, uma estátua de bronze comemorativa Andy Capp foi erguido próximo ao porto de refúgio Pub na cidade natal de Hartlepool de Smyth. Medindo cinco pés, oito polegadas, o custo Estátua £ 20,000 e foi projectado pelo escultor Shrewsbury Jane Robbins. Andy Capp foi adaptado como um West end musical e uma série de televisão 1988 por Keith Waterhouse , sem sucesso notável.

 

 

  1. P1010276Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 19 – United Kingdom – 1967. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  2. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 21 – United Kingdom – 1968. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  3. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 22 – United Kingdom – 1969. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  4. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 23 – United Kingdom – 1969. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  5. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 24 – United Kingdom – 1970. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  6. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 25 – United Kingdom – 1970. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  7. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 26 – United Kingdom – 1971. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  8. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 27 – United Kingdom – 1971. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  9. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 29 – United Kingdom – 1972. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  10. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 30 – United Kingdom – 1973. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  11. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 31 – United Kingdom – 1973. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  12. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 32 – United Kingdom – 1974. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  13. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 33 – United Kingdom – 1974. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  14. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 34 – United Kingdom – 1975. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  15. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 35 – United Kingdom – 1975. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  16. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 36 – United Kingdom – 1976. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  17. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 37 – United Kingdom – 1976. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  18. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 38 – United Kingdom – 1977. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»
  19. Andy Capp – A Daily Mirror Book With Drawings By – Nº 41 – United Kingdom – 1978. Desc. 100 pág / 22 cm x 14 cm / Br. Ilust. – «€10.00»

 

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  1. P1010282The First – Andy Capp Book – Featuring The World’S Funniest Cartoon Charactar By – London – 1966. Desc. 96 pág / 23 cm x 16 cm / Br. Ilust. «€15.00»
  2. The Third – Andy Capp Book – Featuring The World’S Funniest Cartoon Charactar By – London – 1967. Desc. 96 pág / 23 cm x 16 cm / Br. Ilust. «€15.00»

 

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  1. P1010281By Special Request Your Pick Of The Best ÇLaugh Again With – Andy Capp – Nº 1 – A Daily Mirror Re-Capp – London – 1968. Desc. 130 pág / 18 cm x 11 cm / Br. Ilust. – «€8.00»
  2. By Special Request Your Pick Of The Best ÇLaugh Again With – Andy Capp – Nº 3 – A Daily Mirror Re-Capp – London – 1969. Desc. 130 pág / 18 cm x 11 cm / Br. Ilust. – «€8.00»
  3. By Special Request Your Pick Of The Best ÇLaugh Again With – Andy Capp – Nº 4 – A Daily Mirror Re-Capp – London – 1969. Desc. 130 pág / 18 cm x 11 cm / Br. Ilust. – «€8.00»</